Nesta quinta-feira (16/09), a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro irá votar mais um pedido de abertura de processo de impeachment do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos). A denúncia foi feita pelo PSOL e busca apurar se houve crime de responsabilidade no suposto “QG da Propina”, investigado pelo Ministério Público do Rio. Em agosto, Crivella teve outro pedido de impeachment apresentado pelo PSOL, porém este foi rejeitado pela Câmara.

O pedido foi protocolado nesta terça-feira (15/09), em meio à suspeita de um esquema de corrupção envolvendo o prefeito e homens de sua confiança, depois da realização de mandados de busca e apreensão oriundas da Operação Hades.

Na última quinta-feira (10), o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil do RJ fizeram buscas na casa de Crivella, na Prefeitura e no Palácio da Cidade, e agentes apreenderam um telefone celular do prefeito. Através de sua assessoria de imprensa, Crivella disse que operação foi “estranha” e “injustificada” e que, na semana passada, esteve com o Ministério Público para colocar à disposição seus sigilos bancário, telefônico e fiscal. A ação foi um desdobramento da Operação Hades.

De acordo com as investigações, empresas que tinham interesse em fechar contratos ou tinham dinheiro para receber do município entregariam cheques a Rafael Alves, irmão de Marcelo Alves, então presidente da Riotur. Em troca, Rafael facilitaria a assinatura dos contratos e o pagamento das dívidas.



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