Foto: Gabriel Monteiro

Baseado em uma reportagem da Revista Época, publicada em junho deste ano, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) investiga a suspeita de contratação de “funcionários fantasmas” no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (PSC).

Segundo a publicação, os procedimentos correm em segredo na justiça. Durante boa parte dos cinco mandatos como vereador, Carlos Bolsonaro deu emprego à ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro, Ana Cristina Valle, e outros sete parentes dela. Por esse motivo, o MPRJ investiga oficialmente indícios de que eles eram “funcionários fantasmas”.

O MP também quer saber se no gabinete de Carlos Bolsonaro havia a pratica da “rachadinha”, que é a devolução de parte dos salários dos funcionários para quem exerce o mandato. São duas investigações paralelas: uma é a investigação criminal, que está nas mãos do procurador-geral de Justiça do estado, Eduardo Gussem.

Outro processo que está em andamento é o procedimento cível, que apura se houve improbidade administrativa, que está nas mãos da Promotoria de Defesa da Cidadania do MPRJ.

Na ocasião, foi revelado que, embora a atuação de um vereador seja na esfera municipal, vários desses funcionários de Carlos Bolsonaro nunca moraram no Rio de Janeiro. E eles nem sequer tinham crachá para entrar no prédio da Câmara dos Vereadores, no Centro do Rio.

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