Foto: Gabriel Monteiro

Vereador mais votado do Rio de Janeiro em 2016, Carlos Bolsonaro (PSC), tem potencial para ter uma votação muito além dos 106.657 que teve 4 anos atrás. Mas não será pelo PSC, partido do inimigo político governador Wilson Witzel, e nem irá se aposentar da Câmara dos Vereadores, como era aventado anteriormente, é o que informa a jornalista Berenice Seara/Extra.



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Carlos estaria procurando o partido a dedo, afinal, além de carregar uma imensidão de votos, ele não quer ter problemas para se desincompatibilizar quando o Aliança Pelo Brasil, partido criado pelos bolsonaristas, nascer.

Diz Berenice que o partido favorito seria o Republicanos, de Marcelo Crivela. Essa notícia seria um ponto positivíssimo para o bispo, já que contaria com um Bolsonaro na sua chapa e poderia contar com os votos dos eleitores do capitão. Bem, isso se a popularidade do presidente não derreter com o Coronavírus.

Outro partido possível é o PMN, do ex-deputado federal Luiz Carlos Lamos, que a jornalista diz já estar em conversas com a mãe de Carluxo, Rogéria Bolsonaro, que será candidata em 2020 também.

3 COMENTÁRIOS

  1. Carlos não irá se reeleger! Ele esquece que é vereador da cidade do Rio e só luta por coisas que são responsabilidade do pai dele. Me digam, o que o Carlos fez pela cidade do Rio? Projetos? Nunca vi ele falando sobre os desafios e potencialidades da cidade: turismo, segurança pública, meio ambiente, patrimônio histórico e cultural. Não vejo ele se manifestando com fervor ou paixão pela cidade. Só vejo ele falando sobre o que acontece em Brasília. Claro que ele pode falar sobre Brasília também mas e sobre o Rio? Conseguiu sentar no trono de vereador e ficou lá sem fazer nada. Carlos ”representando” o Rio como vereador é igual à ausência de governo do Crivella.

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