Croqui do Cassino no Porto do Rio

Uma das soluções para a o Rio de Janeiro voltar a crescer passa pela liberação dos cassinos, como o DIÁRIO DO RIO já disse em editorial. E depois de um período sem novidades, o site Diário do Porto traz a informação que o projeto para cassinos em resorts integrados volta a mobilizar os parlamentares.

O tema voltou a ser debatido na Câmara, e com a nova presidência nesta Casa e no Senado, há expectativa de que esses projetos sejam analisados como contribuições para aquecer a economia. Só no Rio de Janeiro, com um resort integrado no Porto Maravilha, há estimativas um empreendimento desse tipo poderia trazer cerca de US$ 10 bilhões (R$ 53 bilhões) em investimentos para o Rio.

De acordo com o site, no Congresso Nacional, há vários projetos para a legalização dos jogos, sendo que um deles existe há 30 anos. O projeto que permite os resorts integrados, que está parado na Câmara dos Deputados, concebe que nesses estabelecimentos os cassinos ocupem no máximo 5% da área, cujo restante deve ser destinado a hotéis, centro de convenções, casas de shows, áreas de lazer e shoppings.

O Diário do Porto, também lembra que em setembro do ano passado, foi apresentado no Senado um outro projeto de lei para legalizar os resorts integrados, com mais restrições do que o da Câmara, prevendo que as receitas tributárias desses negócios sejam aplicadas exclusivamente em projetos habitacionais. Na nova versão, cada Estado poderá ter apenas 1 estabelecimento, contra os 3 previstos originalmente.

Vale lembrar que apesar de proibido o Jogo de Azar, no Brasil temos loterias, raspadinhas, corrida de cavalo e outras modalidades, só que controladas pelo Estado.

6 COMENTÁRIOS

  1. “No Congresso Nacional, há vários projetos para a legalização dos jogos, sendo que um deles TRAMITA HÁ MAIS DE TRINTA ANOS, o que demonstra a dificuldade em aprovar a proposta. Há resistências principalmente de parlamentares ligados a grupos religiosos.

    Na Câmara dos Deputados, há um outro projeto parado, que permite cassinos em resorts integrados, estabelecimentos no quais OS JOGOS PODERIAM OCUPAR NO MÁXIMO 5% de um complexo de lazer e turismo, com hotéis, centro de convenções, casas de shows, áreas de lazer e shoppings.”

    É muito bom ver a precária atuação destes sórdidos, embusteiros e quadrilheiros políticos brasileiros – que além de roubarem os cofres públicos diuturnamente – ainda não votam nada que preste para alavancar a economia do País.

    Vejam se tem cabimento UMA MEDIDA que vai proporcionar bilhões de reais em lucros ao País, fora a quantidade absurda de novos empregos gerados por ela, ESTAR PARADA NO congresso nacional há mais de TRINTA ANOS, por total incompetência e total desinteresse destes políticos salafrários brasileiros… Vejam se tem cabimento somente 5% dos espaços serem utilizados para o jogo ?

    “Brasileiros viajam frequentemente para jogar em cassinos nos países vizinhos.

    No ano passado, foi apresentado no Senado um outro projeto de lei para legalizar os resorts integrados, com mais restrições do que o da Câmara, prevendo que as receitas tributárias desses negócios sejam aplicadas exclusivamente em projetos habitacionais. Na nova versão, cada estado PODERÁ TER APENAS UM ESTABELECIMENTO, contra os três previstos originalmente.

    Na falta de cassinos próprios, brasileiros viajam para fazer apostas no exterior, até em países fronteiriços, como o Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Colômbia e Venezuela.”

    Olhem e avaliem o tamanho da ignorância destes políticos mafiosos, ineptos e ineficazes brasileiros – nesta pobre versão de liberação do jogo no País, cada estado terá somente UM estabelecimento dedicado ao jogo…

    E aí, eu te pergunto a pergunta que não quer calar…

    Em Las Vegas / Oklahoma / Connecticut (EUA), em Charlevoix (Canadá), em Baden-Baden (Alemanha), em Macau (China), em Montecarlo (Mônaco), em Punta del Este (Uruguai), em Nassau (Bahamas) / em Aruba /em Saint Martin / em Curaçao (no Caribe), em Cancun (México), em Punta Cana (República Dominicana), em Singapura, em Dubai, em Melbourne (Austrália), o cassino flutuante de Buenos Aires), na Crimeia / em Vladivostok / em Moscou (na Rússia) – somente citando alguns grandes cassinos pelo mundo, que faturam quantidades absurdas de dinheiro com o jogo lícito – nestes enormes complexos de jogo só funciona um estabelecimento ?

    No evoluído e bem administrado Japão, eles já estão praticamente liberando o jogo, e pretendem ultrapassar a gigantesca Macau (na China).

    Em Macau, onde os cassinos movimentam R$ 200 bilhões por ano, o jogo é fonte de sustentação de uma região imensa na China, mas infelizmente, só não contaram isso para os imbecis e ineptos (inepto é mais que inapto, é burro mesmo…) políticos brasileiros – isto seria uma saída digna para melhorar a economia no País).

    No Brasil, A LEGALIZAÇÃO DO JOGO É DEBATIDA HÁ MAIS DE TRINTA ANOS NO congresso nacional e poderia beneficiar não só o Porto Maravilha, como o antigo Cassino da Urca, além de diversas outras regiões do Brasil, como as cidades turísticas do estado do Rio, Búzios, Angra dos Reis, Cabo Frio, Arraial do Cabo, Penedo, Petrópolis (o Quitandinha e o Castelo de Itaipava), Teresópolis, Friburgo, etc…

    No Brasil como um todo, o Castelo de Lambari, locais em Campos do Jordão, Araxá, Poços de Caldas, Gramado, Canela, Caxias do Sul, Pousada do Rio Quente, São João Del Rey, Tiradentes, cidades turísticas de São Paulo e as praias da Rio-Santos, Marataízes, Guarapari, Domingos Martins, além de outros locais do País afora que também podem usufruir desta abertura.

    Jogo é emprego, é turismo, é fonte de renda, e todos ganham com isso, não só meia dúzia de gatos pingados e contraventores…. Aqui no Brasil continua tudo ótimo sempre para os mesmos: a mesma corriola pilantra e quadrilheira de sempre. Precisamos urgentemente de emprego para todos, devidamente uniformizados, sindicalizados, trabalhadores do Brasil.

    O ex-presidente do Instituto Brasileiro Jogo Legal, Maginho José, proferiu uma exposição assertiva, na qual não faltaram dados e análises estatísticas: “É inconcebível que uma atividade que movimenta cerca de 19 bilhões de reais por ano no país não tenha uma contrapartida para o Estado e para a sociedade, por falta de regulamentação”. Segundo estimativas expostas, o setor tem potencial de representar 1% do PIB nacional.

    O Governo do Brasil precisa urgentemente mandar fazer uma pesquisa para comprovar a quantidade enorme de brasileiros, que viaja pelo menos quatro vezes por ano, para jogar em cassinos no exterior e, nós aqui, eternamente deitados em berço esplêndido e comendo moscas, perdendo todo essa dinheirama, deixando-se evadir estas divisas.

    Enquanto isto, países civilizados prosperam enormemente com seus incríveis cassinos super bem estruturados e legalizados.

    Ou então que se faça como em Buenos Aires, que tem um cassino flutuante, que funciona em um transatlântico atracado no porto, pois no mar argentino o jogo é liberado.

    Infelizmente, a ignorância, o desconhecimento, a inércia e o despreparo destes políticos brasileiros chega a dar nojo, pois esta falta de interesse pelas questões que realmente podem ajudar nosso País chega às raias da loucura.

    Afinal, o que fazem estes torpes e incompetentes políticos lá em Brasília, além dos conchavos políticos e dos auto favorecimentos sem fim, sempre dando um jeito de acabar com o Brasil ?

  2. Vamos ver se estes putos lá de Brasília conseguem votar alguma coisa que favoreça o Brasil.

    No mundo todo, vários países vivem da exploração de diversos tipos de jogos, de cassinos e shows mas aqui, se depender desta gentalha torpe e sem noção que pseudo administra este país, vamos continuar comendo moscas, e perdendo esta dinheirama gigantesca que o jogo traz.

    Isso sem mencionar a enorme infraestrutura envolvida, além do funcionamento dos cassinos necessitar de uma enorme quantidade de mão-de-obra em diversos cargos.

  3. É uma solução boa para resolver vários problemas na cidade do Rio de Janeiro: inflexão dos investimentos na cidade, daria um ânimo novo, traria turistas, movimentaria o cais do porto, viabilizaria imediatamente o projeto idealizado do Porto Maravilha, os demais negócios que ainda não foram pra lá (bancos, restaurantes, casas de show) finalmente tomariam a decisão de ir, criaria demanda ao VLT – tirando-o das dificuldades atuais, traria receita tributária à cidade.

    Por outro lado, cassinos fomentam lavagem de grana. Isso teria efeito colateral a ser acompanhado. No líquido, vejo mais benefícios que malefícios à cidade.

Comente

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui