Orla Conde, no Centro do Rio, onde será construído o museu - Foto: Reprodução

Em breve, a já aprazível região central do Rio de Janeiro ganhará um novo equipamento artístico para visitação de cariocas e turistas. Trata-se do Museu Marítimo do Brasil, que será construído no Espaço Cultural da Marinha, na Orla Prefeito Luiz Paulo Conde, mais conhecida como Boulevard Olímpico, próxima à Igreja da Candelária e à Praça XV.

O novo empreendimento, que terá seu projeto arquitetônico definido em breve por meio de concurso e deve ser aberto ao público em 2025, será mais um espaço cultural em uma área já ocupada por equipamentos como o Museu do Amanhã, Museu Histórico Nacional, Museu de Arte do Rio (MAR), Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) e Casa França-Brasil.

Seu projeto arquitetônico, vale ressaltar, será definido através de concurso, realizado conjuntamente pelo Departamento Cultural do Abrigo do Marinheiro (DCAMN), a Marinha do Brasil e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB). As inscrições terão início na próxima quinta-feira (10/06) e ficarão abertas até 23/07 em um portal ainda a ser divulgado pelo IAB-RJ.

A intenção do certame é angariar uma proposta arquitetônica que destaque a excelência da arquitetura contemporânea brasileira e, ao mesmo tempo, valorize tanto o museu quanto o entorno urbano e paisagístico onde ela estará inserido. Ademais, estão previstos no local também um auditório, um restaurante e uma cafeteria.

”O Rio terá uma nova joia. E, evidentemente, o mar é a figura mais importante do seu entorno, de modo que uma das exigências é que, a partir do prédio do museu, você tenha uma plataforma para olhá-lo. Vamos desenvolver a consciência marítima que caracteriza a nossa história”, diz o vice-almirante José Carlos Mathias, à frente da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.

”Estamos ansiosos para ver como os participantes atuarão diante das diretrizes do concurso. Certamente será um espaço de qualidade, que pode se tornar mais uma obra paradigmática na cidade”, complementa o arquiteto Fernando Janot, coordenador-geral do projeto.

5 COMENTÁRIOS

  1. Reforma os velhos hospitais e modernizar com novos equipamentos e mais médicos e enfermeiros para atender a população nao aparece interessado segurança então só se for na zona sul para o rico poder fazer sua caminhada matinal é mais um legado
    deste prefeito da zona sul.

  2. Todos esses são picaretas mesmo…
    Daqui a pouco teremos o anúncio de projetos similares das outras Forças…
    A influência militar tem que acabar nesse Governo sem prioridades!!!

    Enquanto outros órgãos federais como da Saúde, nos Hospitais Federais, e da Educação, nas Universidades e nos Institutos Federais, ficam sem, tem as verbas cortadas ou contingenciadas, as Forças Armadas andam com orçamento muito arrojado, recebendo dotações para compra de whisky, itens de cozinha internacional para seus oficiais, leite condensado e construir museus…

  3. Esses Militontos já contam com o Museu Naval na Dom Manuel, ao lado do Museu da Justiça nas imediações entre a ALERJ e o Tribunal de Justiça.

    Que palhaçada!!!
    As Forças Armadas brasileiras já são a 6ª mais cara do mundo… Mais gastos???
    Que prioridades tem o Brasil (hein!?) Com gente morrendo sem o básico…

  4. Preparem-se , aí vem mais um monstrengo arrogante a se interpor entre o homem (pedestre, sobretudo) e o mar. Vão “criar” uma plataforma para “ver” o mar que será um paredão com escala muito superior a construção que lá está, faz sentido? E o acervo? Tem relevância? Vale o custo? Terá tratamento museológico profissional e programação contínua? Está me parecendo que esse será mais um caso em que o edifício é o “acervo” a ser mostrado. Como o Museu do Amanhã, um museu que se projeta no “futuro” num país sem memória, e la nave vá…

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