Foto: Divulgação/Secretaria Municipal de Meio Ambiente

Foi demolida nesta sexta-feira (05/02) pela Coordenadoria de Defesa Ambiental, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio uma estrutura feita de maçaranduba e árvores nativas retiradas da Mata Atlântica, localizada dentro de duas unidades de conservação da natureza, na Gávea. Um chalé de alto padrão estava sendo erguido dentro dos limites do Parque Nacional da Tijuca e do Parque Natural Municipal da Cidade, o que configura crime ambiental. A ação da Prefeitura teve que ser rápida, pois a localidade vem sofrendo muito com a expansão de novas construções irregulares de imóveis.

Apenas com a compra de madeiras, o autor do crime ambiental gastou cerca de R$ 70 mil, o que demonstra um elevado padrão financeiro da invasão. O secretário municipal de Meio Ambiente, Eduardo Cavaliere, acompanhou a ação e disse que a pasta segue firme na defesa dura do Meio Ambiente.

“A Secretaria deu todos os avisos de que o cidadão que cometeu esse crime deveria derrubar a estrutura e recuperar a área. Não vamos mais tolerar esse tipo de absurdo”, afirmou Cavaliere.  

De acordo com o coordenador de Defesa Ambiental, coronel José Maurício Padrone, qualquer pessoa que queira erguer construções na cidade deve observar critérios urbanísticos e ambientais.

“É de extrema importância que as pessoas não realizem qualquer tipo de desmatamento ou construção em áreas verdes, e que procurem orientação junto aos órgãos ambientais, para que a obra não seja embargada ou demolida. Quem não estiver seguindo a lei sofrerá as punições previstas em lei”.

5 COMENTÁRIOS

  1. Sou Tijucano. Da minha janela vejo o Turano e Salgueiro crescerem verticalmente. Tbm são construções irregulares. A Defesa Ambiental vai derrubar tbm todos aqueles barracos??? Pago 2.500,00 de IPTU e os meus vizinhos em frente não pagam é nada e ainda me robam no asfalto. Enfim, a hipocrisia!!!

  2. Tremenda hipocrisia, milícia pode, favelado coitadinho que abre hostel e vende prá gringo pode, favelado q constrói na laje para a terceira geração de cabelo pintado de louro e tem como vista o mar maravilhoso de Ipanema e Leblon pode, precisa falar alguma coisa, me sinto um otário, pago IPTU (O meu ñ é isento), ñ dou calote no BRT, ñ faço gato de água prá lava-jato, é aí viro criminoso. OBS. O CHALÉ Ñ É MEU.

    • Endosso em 100% sua colocação. Não aplaudo o invasor que fez esse chalé, ele colheu o que plantou, mas cansa ver favelado e miliciano fazerem o que bem entendem por aqui sem serem importunados e ainda com milhares de vozes a defendê-los os tratando por “coitadinhos. Tomando nojo da cultura desse país.

  3. Na verdade chega a ser hilário e bizarro saber que, existem pessoas com poder aquisitivo e que se aventuram ao fazer algo criminoso e fora dos padrões ambientais. Fica demonstrado que o problema nem sempre é habitacional (embora o problema exista), mas que existe uma parcela canalha que aproveita da precariedade governamental em relação à fiscalização e quer tirar proveito disso. Parabéns a secretaria, que essa fiscalização seja constante, pois o RJ está virando uma favela em todos os sentidos.

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