De acordo com informações do Climatempo, uma área de baixa pressão atmosférica se organizou sobre o oceano, entre o litoral de Santa Catarina e do Rio De Janeiro formando um ciclone com características subtropicais. A Marinha do Brasil caracterizou esta tempestade como ‘Potira’.

Nesta terça-feira, 20/04, a tempestade subtropical se mostrou mais intensa, com ventos fortes e pancandas de chuva isoladas no litoral do Rio de Janeiro.

Também nesta terça, o biólogo Mario Moscatelli analisou os impactos da tempestade subtropical na Barra da Tijuca.

“Por causa das ressacas e fortes ventos, o fundo pútrido da lagoa da Tijuca está liberando grande volume de metano e gás sulfídrico (aquele cheiro de ovo podre) e está empesteando a Barra com esse cheiro. Essa situação exige dos peixes que ainda resistem na lagoa buscar oxigênio na superfície e, com isso, pode causar mortandade. Isso se chama falta de saneamento universalizado. Essa é uma das cinco latrinas do sistema lagunar da Baixada de Jacarepaguá, que tem prestado para receber esgoto não tratado ou precariamente tratado”, disse Mario.

1 COMENTÁRIO

  1. Sr. Mário Moscatelli, você deveria ser mais um gritando pelo FIM DA CEDAE. A CEDAE é a empresa que está há mais de 50 neste estado fazendo pouco, cobrando muito, engordando funcionários e jogando nosso cocô e xixi in natura em todos os mananciais. Com a privatização e metas, poderemos apagar esse inferno estatal.

    Vai demorar um pouco, mas ainda veremos o Guandu e a Baía da Guanabara limpos! Isso vai começar com o Leilão da CEDAE no fim de abril/21.

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