Foto: Luis Alvarenga

O governador Cláudio Castro (PL) defendeu a integração de todas as forças para uma política de segurança pública bem sucedida, nesta quinta-feira (24/06), durante a abertura do encontro técnico ‘Segurança Pública: Desafio no Século XXI’. Organizado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O objetivo das mesas de debate é levantar discussões e avaliar as principais questões relacionadas ao combate à criminalidade. 

O Rio não é um produtor de armas e drogas, isso chega pelas nossas fronteiras. Por isso, a parceria que temos feito com o governo federal é tão importante. E temos que nos relacionar com outros estados também. Grande parte do dinheiro da milícia, por exemplo, vem de construções irregulares, então precisamos de parceria com prefeitura. E a Justiça também entra nessa parceria – disse o governador.

Castro destacou a redução dos principais índices de criminalidade no estado e o investimento em tecnologias para melhorar o trabalho da Polícia Civil. 

Os índices melhoram a cada mês, os homicídios dolosos no Rio de Janeiro caíram 9% nos cinco primeiros meses deste ano na comparação com o mesmo período de 2020. Estamos com números de roubo de cargas, roubo a transeuntes e em coletivos bem menores. O Rio está elucidando mais crimes e isso foi uma cobrança minha à polícia civil. Estamos investindo em equipamentos para que polícia tenha uma capacidade investigativa que reduza os confrontos. Essa é a polícia em que eu acredito, a que não escolhe milícia ou tráfico, a que combate os dois. Criamos uma força-tarefa em outubro de combate à milícia – ressaltou, citando ainda a criação de programas de segurança com foco na polícia de proximidade: 

Os programas Segurança Presente e Bairro Seguro têm foco social. Quero que as pessoas saibam que podem ir trabalhar com tranquilidade e que os filhos podem brincar no parque perto de casa, pois ali vai ter uma polícia de proximidade pronta para ajudar. 

O procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, disse que não é possível dissociar a segurança de outros temas que influenciam diretamente as políticas públicas. 

É fundamental debater segurança pública e é preciso enxergar o tema não só como uma questão policial, mas com os outros temas correlatos, como por exemplo, o ordenamento do território – observou. 

1 COMENTÁRIO

  1. Querem de todo jeito puxar a Prefeitura para o assunto que é de alçada criminal, portanto, dos governos Estado e da Federal, nos termos da Constituição, que meramente margeia questão afeta ao ente municipal, de ordenamento do território…

    O DesGovernador Claudio Castro, queridinho do editor, falou:

    “Grande parte do dinheiro da milícia, por exemplo, vem de construções irregulares”

    Ora… O dinheiro não é guardado e movimentado de colchão para colchão.
    Que ente(s) atua(m) junto aos bancos e verifica a movimentação financeira?
    Que ente(s) atua(m) na fiscalização das armas que ingressam no arsenal desses grupos?
    Que ente(s) conta(m) com recursos tecnológicos tais como satélites e aeronaves cobrindo e mapeando vasta área sem depender de denúncias?

    O DesGovernador ainda afirmou:

    “O Rio está elucidando mais crimes”

    MENTIRAAA…
    Quem mandou matar a Marielle???
    De quem partiram os tiros que assassinaram as crianças e os jovens das comunidades???
    Quem manda promover chacina nas comunidades???

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