Coletânea de contos destaca talentos do estado do Rio de Janeiro

Livro endossado pelo professor Pasquale Cipro reúne textos de escritores até então desconhecidos com temáticas focadas em narrativas negras, LGBTQIA+ e femininas

Foto: Divulgação

O encontro de 25 talentos incógnitos fluminenses e a produção das histórias focadas em vivências negras, LGBTQIA+ e femininas apresentadas no livro Rio de Contos são resultados do prêmio literário de mesmo nome que apresenta o estado do Rio de Janeiro pela ótica da diversidade. A obra, inédita, conta com o endosso do professor Pasquale Cipro, um dos grandes mestres da língua portuguesa da atualidade.

Os autores da obra são: Aglaée Carvalho, Antonio de Medeiros, Camila de Araujo, Daiana de Souza, Dênis Rubra, Felipe Loureiro, Fernanda Bittencourt, Fernando Naxcimento, Gustavo Cunha, Henrique Bulhões, Jânderson Albino Coswosk, João Ricardo Campos, Kíssila Muzy, Luiz Henrique Romagnolli, Matheus Opitz, Máximo Lustosa, Rafael Amorim, Rafael Simeão, Raysa Blyth, Ricardo Gualda, Sueka, Taís Victa, Teresa Garbayo, Thais Carvalho Azevedo e Thiago Emanuel.

Idealizado e dirigido pela escritora e produtora cultural Bárbara Cortese Caldas, o Prêmio Rio de Contos, realizado em parceria pela Mater Produções, FUNARJ e LER – Salão Carioca do Livro, tem em seu corpo de júri nomes como Eliana Alves Cruz, Marcelo Moutinho e do professor Leonardo Tonus da Sorbonne, em Paris. No comando de projetos e atividades de democratização ao acesso à literatura há 17 anos, a organizadora agora também promove a formação de escritores.

Além da publicação, a premiação oferece um sólido processo de amadurecimento das histórias submetidas para avaliação. Formações de escrita criativa, literatura, entre outras, foram realizadas gratuitamente para os selecionados, além de mentorias individuais.

Os contos reunidos neste lançamento apresentam histórias de escritores de todo o Estado – interior, Baixada Fluminense, Niterói, São Gonçalo e de todos os cantos da capital -, e funcionam como instrumento de amplificação das vozes fluminenses que nem sempre encontram espaços acolhedores e tolerantes para expressão.

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