(Foto: Thinkstock/Getty Images)

A Baía de Guanabara sempre tomada por embarcações de muitos tipos, com a crise do Cornavírus presencia um número cada vez menor de navios, barcas e barcos. Com isso, as águas dão sinais de menos poluição e animais, como tartarugas e peixes passam a ser visíveis.

Neste vídeo, filmado próximo ao Aeroporto Santos Dumont, é possível ver as espécies.

Já nesta outra filmagem, feita na Praia de Icaraí, em Niterói, as águas se mostram límpidas.

Isso se deu por conta da maré de sizígia, que produz ondulações oceânicas mais altas relativas ao nível médio do mar (NMM) que variam de acordo com o ciclo das luas e também devido à redução acentuada do tráfego de embarcações no oceano.

Somente no interior da Baía de Guanabara trafegam por ano mais de 10 mil navios e rebocadores da indústria petroleira.

“A mãe natureza pode ser restaurada: basta reduzirmos o ritmo acelerado de nossas cidades e superar a ganância do ‘progresso destrutivo’”, opina o ambientalista Sergio Ricardo, do movimento Baía Viva.

9 COMENTÁRIOS

  1. […] Além desses também existem relatos de praias brasileiras amanhecendo mais limpas com a quarentena, como a Baía de Guanabara no Rio de Janeiro, onde a diminuição da entrada e saída de barcos mostrou que até tartarugas andam passando por lá agora, e a praia de Icaraí em Niterói. Veja esses dois casos nos vídeos abaixo, publicados em reportagem do Diário do Rio. […]

  2. Prezado Felipe, não quero ser dono da verdade mas seu texto tem um erro e um quase acerto, o lixo flutuante e a turbidez normal da Baia da Guanabara, é predominantemente de origem doméstica e muitíssimo pouco haver com o fluxo de embarcações (e muito menos com a quarentena citada num dos filmes). O acerto foi ter dito que foi por conta das marés de sizígia, mas as ondulações foram provocadas pelo anticiclones que têm se formando e não pelas marés. A claridade da água em Icaraí é a mesma do outro lado, próximo a Marina da Glória e foram geradas pelas mesmas marés altas e pelas ressacas.
    Morei alguns anos na Marina da Glória e no outono, esse fenômeno é bem comum.

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