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As vendas do comércio lojista do Rio caíram 15% em janeiro deste ano, em comparação ao mesmo mês do ano passado. A informação foi noticiada pela Agência Brasil, de acordo com dados apresentados por Aldo Gonçalves, presidente do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio), que juntas as entidades representam mais de 30 mil lojistas.

A Pesquisa foi feita em 750 estabelecimentos comerciais da cidade. O mês de janeiro geralmente não apresenta números positivos de vendas, devido ao Natal em dezembro e as férias que acontecem neste período. Mas, para Aldo Gonçalves, o cenário também está negativo por três motivos: a pandemia da Covid-19, dos números de desemprego e da retração da renda.

“Diante desse quadro, ele prefere economizar, principalmente as pessoas de menor poder aquisitivo que perderam o fôlego para comprar e nem mesmo as ações promovidas pelos lojistas, como liquidações, descontos e facilidade de crediário, foram suficientes para aumentar as vendas”, explicou o presidente do CDLRio.

Os dados do CDLRio e do SindilojasRio revelam ainda que todos os setores apresentaram resultado negativo. Na área de bens não duráveis, as maiores quedas no faturamento foram registradas nos segmentos de tecidos (-10,1%), calçados (-12,5%) e confecções (-12,4%); Já entre os bens duráveis, as vendas registraram maiores quedas em óticas (-11,5%), móveis (-10,9%), jóias (-10,5%) e eletrodomésticos (-9,9%). A venda a prazo foi a forma de pagamento preferida pelos consumidores, mas mesmo assim apresentou retração de 5,8% em relação a igual mês de 2020.

Em relação à localização, no setor de bens duráveis, a pesquisa mostra que as lojas do centro da cidade tiveram queda nas vendas de 12%. Na da zona sul a queda foi de 10,6% e na zona norte, queda foi de 11,1%. No setor de bens não duráveis, as lojas da zona sul tiveram queda nas vendas 9,6%, as da zona norte de 10,5% e as do centro foram as que tiveram a maior baixa, com 11,1%.

Costa do mar, do Rio, Carioca, da Zona Sul à Oeste, litorânea e pisciana. Como peixe nos meandros da cidade, circulante, aspirante à justiça - advogada, engajada, jornalista aspirante. Do tantã das avenidas, dos blocos de carnaval à força de transformação da política acreditando na informação como salvaguarda de um novo tempo: sonhadora ansiosa por fazer-valer!

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