Prédio da Cedae no Centro do Rio - Foto: Divulgação

A Comissão de Saneamento Ambiental da Alerj (Cosan) cobrou nesta-feira (21/01) esclarecimentos à sobre gosto e cheiro da água da Cedae. Por meio de ofício enviado, foi solicitada a apuração de responsabilidade técnica sobre a manutenção do Sistema Guandu.

Após 1 ano da crise hídrica causada pela proliferação de um composto orgânico produzido por micro-organismos por causa da presença de esgoto na água, a Cedae volta a apresentar problemas parecidos aos acontecidos em 2020. O ofício assinado pelo o Presidente da Cosan, o deputado estadual Gustavo Schmidt (PSL), solicita cópia integral dos laudos de qualidade das águas relativos ao mês de janeiro, para que, se necessário, outras providências possam ser adotadas.

Edes Fernandes, presidente da Cedae, chegou a informou que o sabor e o odor verificados seriam característicos da geosmina. Já o governador em exercício, Cláudio Castro (PSC), informou que a Cedae deu um prazo de 48 h para que o problema seja sanado.

O Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) da Defensoria Pública também está acompanhando a situação. A instuição já se pronunciou informando que irá analisar o que pode ser feito, mas ainda não há previsão para realização de qualquer medida.

Costa do mar, do Rio, Carioca, da Zona Sul à Oeste, litorânea e pisciana. Como peixe nos meandros da cidade, circulante, aspirante à justiça - advogada, engajada, jornalista aspirante. Do tantã das avenidas, dos blocos de carnaval à força de transformação da política acreditando na informação como salvaguarda de um novo tempo: sonhadora ansiosa por fazer-valer!

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