Plenario da Camara Federal

Você é a favor ou contra a Nova Previdência? Veja então como votou cada deputado federal do Rio de Janeiro no 1º turno da Reforma da Previdência que aconteceu nesta 4ª feira, 10/7. E se não tem opinião formada, ou quer mais argumentos, assista ao debate entre Tarcisio Motta (PSol) e Leandro Lyra (NOVO) sobre o tema:

Dos 46 deputados federais do Rio, 35 votaram pela reforma, e os 11 votos contrários vieram das bancadas da esquerda, PDT, PSol, PT e PSB, além de 2 votos do clã Garotinho (Clarissa e Wladimir)

SIM

  • Alexandre Serfiotis (PSD)
  • Altineus Côrtes (PL)
  • Aureo Ribeiro (Solidariedade)
  • Carlos Jordy (PSL)
  • Chiquinho Brazão (Avante)
  • Chris Tonietto (PSL)
  • Christino Aureo (PP)
  • Daniel Silveira (PSL)
  • Daniela do Waguinho (MDB)
  • Delegado Antônio Furtado (PSL)
  • Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP)
  • Felício Laterça (PSL)
  • Flordelis (PSD)
  • Gelson Azevedo (PL)
  • Gurgel (PSL)
  • Gutemberg Reis (MDB)
  • Helio Lopes (PSL)
  • Hugo Leal (PSD)
  • Jorge Braz (PRB)
  • Juninho do Pneu (DEM)
  • Lourival Gomes (PSL)
  • Luiz Antônio Corrêa (sem partido)
  • Luiz Lima (PSL)
  • Major Fabiana (PSL)
  • Marcelo Calero (Cidadania)
  • Márcio Labre (PSL)
  • Otoni de Paula (PSC)
  • Paulo Ganime (NOVO)
  • Pedro Paulo (DEM)
  • Professor Joziel (PSL)
  • Rodrigo Maia (DEM)
  • Rosangela Gomes (PRB)
  • Soraya Santos (PL)
  • Sóstenes Cavalcante (DEM)
  • Vinicios Farah (MDB)

NÃO

  • Alessandro Molon (PSB)
  • Benedita da Silva (PT)
  • Chico D´Angelo (PDT)
  • Clarissa Garotinho (Pros)
  • David Miranda (PSol)
  • Glauber Braga (PSol)
  • Jandira Feghali (PCdoB)
  • Marcelo Freixo (PSol)
  • Paulo Ramos (PDT)
  • Talíria Petrone (PSol)
  • Wladimir Garotinho (PSD)

2 COMENTÁRIOS

  1. INSS – A instituição que é capaz de transformar o pecúlio de todo o povo do Brasil em déficit público…
    INSS – Infelizmente Nunca Sobrará Saldo…
    A cada início de novo mandato presidencial dos últimos cinquenta anos, assisti a vários engôdos de reformas da previdência.
    Ingenuamente, tentava aceitar as reduções de aposentadorias propostas pelos pseudo técnicos, asseclas do novo governo, como esforço necessário de todos, para enfim, deslumbrar o desenvolvimento do país.
    A desculpa era sempre o deficit da previdência encontrado e a eterna falta de dinheiro do Tesouro, para cobrir o maldito rombo.
    Infelizmente, somente consegui ver até o momento, este mesmo déficit aumentar, assim como lamentar uma dívida pública multiplicada por dez vezes, desde então.
    No final de tais peças teatrais de início de mandatos presidenciais, via-se muitos acordos, conchavos políticos firmados, enquanto a corrupção invadia, cada vez mais, a vida pública brasileira.
    Os cofres do INSS sofriam igualmente com tanta ignomínia, embora o objetivo oficial SEMPRE se resumisse a reduzir o déficit das contas públicas, porém, sem a menor preocupação com o que aconteceria com o aposentado, diante das reduções propostas, nem às suas expectativas, baseadas nas antigas regras ou direitos adquiridos.
    Todos eram nivelados por baixo, pela filosofia medíocre do cobertor curto, e ainda redistribuíam o arrecadado a muitos outros que nunca contribuíram, aumentando a miserabilidade geral, em mais um dos incontáveis arroubos de pura politicagem populista.
    Debitar na conta do povo contribuinte os desfalques causados por políticas previdenciárias desastrosas e pela má administração, sempre foi o vício de governos que se julgam DONOS DO DINHEIRO ARRECADADO e que solucionam seus problemas com AUMENTOS DE TARIFAS, porque não sabem administrar.
    Pela fama de Paulo Guedes, esperava uma verdadeira revolução previdenciária, em que seriam implantados FUNDOS PREVIDENCIÁRIOS, onde o contribuinte pudesse enfim, ver suas parcelas contributivas renderem juros e correção monetária mês a mês, para enfim, receberem valores muito maiores de aposentadoria do que os mirrados tostões, resultantes de dezenas de planos previdenciários propostos unicamente para satisfazer políticas hipócritas de caixa e arrasar de vez com a dignidade dos idosos do país.
    Ao longo desses tempos medíocres, politiqueiros e irresponsavelmente populistas, muitos contribuintes, descrentes do futuro previdenciário proposto pelo governo, ainda tentaram montar pecúlios complementares, aplicando MAIS dinheiro suado em empresas como CAPEMI, DELPHIN e COROA-BRASTEL, Porém, aconteceu ainda pior… O DINHEIRO SIMPLESMENTE SUMIU, enquanto, mais uma vez, os governos se eximiam da responsabilidade de regular e de garantir a restituição aos aplicadores destas arapucas.
    Sem a instituição do FUNDO PREVIDENCIÁRIO, o futuro da aposentadoria do brasileiro tenderá a zero.
    Basta um simples cálculo atuarial, para perceber que se as contribuições conjuntas de empregados e patrões, se devidamente aplicadas em FUNDOS PREVIDENCIÁRIOS formariam um patrimônio considerável, mesmo para a mais humilde contribuição, o que renderia juros mensais infinitamente superiores aos atuais benefícios disponibilizados bem como a garantia de polpudo PATRIMÔNIO.
    No entanto, a morte do aposentado, simplesmente faz desaparecer na nuvem da incompetência administrativa do INSS e do governo, por conseguinte, TODO O PATRIMÔNIO DO CONTRIBUINTE AO LONGO DE SUA VIDA.
    Ora bolas, senhores do governo, PARA ONDE FORAM AS CONTRIBUIÇÕES DE TODOS OS BRASILEIROS NESTES MAIS DE NOVENTA ANOS DE PREVIDÊNCIA PÚBLICA BRASILEIRA????
    A resposta para esta irresponsabilidade com o dinheiro do contribuinte é o total cinismo irresponsável, que sempre pautou toda a história republicana do Brasil.
    Por absoluto populismo inconsequente, o governo de Getúlio Vargas, em 1937, instituiu, em plena ditadura, a previdência brasileira, em meio a um vertiginoso crescimento da classe trabalhadora e, portanto, de um também vertiginoso crescimento do número de novos contribuintes. Recebia sumariamente o dinheiro deste contribuinte e REPASSAVA O QUE BEM QUERIA E BEM ENTENDESSE AO POBRE APOSENTADO.
    A situação social, demográfica e trabalhista atual é a inversa da que se apresentava àquela época ingênua, e hoje amargamos 14% de desemprego, envelhecimento maciço da sociedade e péssima distribuição de renda.
    Obviamente hoje, faltam contribuintes e aumenta, a cada dia mais, o número de aposentados.
    Neste momento crítico, o governo se vê incapaz e sem dinheiro para manter a delongada e recorrente irresponsabilidade politiqueira e pretende creditar, MAIS UMA VEZ, o débito desta conta, a quem contribuiu regiamente durante toda uma vida de trabalho, mas que se depara com aposentadoria indigna e nenhum patrimônio acumulado.
    Por fim, esperava não ter que engolir goela abaixo mais um plano medíocre, justamente de quem prometeu mais Brasil e menos Brasília.
    Continuamos no corredor polonês entre o Morro e o Planalto…

  2. A vontade da maioria da população desse País,na qual me incluo,não querem nenhum tipo de previlégio a categoria alguma,na reforma da previdência.Queremos a reforma no texto original!Nos manifestamos de forma claríssima nas ruas!RESPEITEM a vontade popular.

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