Talvez uma das atribuições mais importantes da atual legislatura da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, é o debate sobre o novo Plano Diretor da Cidade do Rio, planejamento que vai nortear pontos fundamentais no desenvolvimento da cidade e será aprovado em 2021, e 15 vereadores participam a Comissão de Representação para estudo e avaliação dele, sendo 3 deles do PSol, e com uma boa divisão entre veteranos, como Jorge Felippe (DEM), Teresa Bergher (Cidadania) e Rosa Fernandes (PSC) e novatos como Tainá de Paula (PT), Pedro Duarte (NOVO) e Dr. Rogério Amorim (PSL).

Para o vereador Pedro Duarte, “O Plano Diretor é uma ferramenta essencial para direcionar o desenvolvimento urbano do Rio, dando o caminho pelo qual a cidade seguirá. Vamos contribuir ativamente nesse debate, defendendo a modernização da legislação, a flexibilização do zoneamento e do uso dos imóveis e a revitalização do Centro, hoje tão abandonado”.

Estes são todos os vereadores que terão o prazo de 90 dias para apresentar relatório, o qual será publicado no Diário da Câmara Municipal. A comissão é presidida pelo vereador Rafael Aloisio Freitas (Cidadania).

  • Rafael Aloisio Freitas (Cidadania)
  • Dr. Jairinho (Solidariedade)
  • Tainá de Paula (PT)
  • Pedro Duarte (Novo)
  • Marcio Ribeiro (Avante)
  • Jorge Felippe (DEM)
  • Dr. Rogério Amorim (PSL)
  • Rosa Fernandes (PSC)
  • Teresa Bergher (Cidadania)
  • Vitor Hugo (MDB)
  • Monica Benício (PSol)
  • Thaís Ferreira (PSol)
  • William Siri (PSOL)
  • João Mendes de Jesus (Republicanos)
  • Tânia Bastos(Republicanos)
  • Felippe Michel (Progressistas)

Entre os nomes estão 4 dos 5 vereados que o DIÁRIO DO RIO indica ficar de olho para os próximos anos, a única exceção é o presidente da Casa, Carlo Caiado.

1 COMENTÁRIO

  1. FINALMENTE A CÂMARA PRETENDE CUMPRIR SEU PAPEL JUNTO A CIDADE RJ TÃO ABANDONADA
    TB POR ELA POR TANTAS OMISSÕES. O PLANO DIRETOR SEMPRE FOI PERSONAGEM CHAVE P/A.
    CIDADE RJ. DEIXAR CHEGAR O CENTRO AO PONTO QUEE CHEGOU. É DESPERTENCIMENTO TOTAL
    DA CÃMARA/ASSEMBÉIA AO LONGO DESSES ANOS O CENTRO DO RIO NÃO É SÓ QUESTÃO PANDEMICA
    MAS UN CONTINUUM PERMISSIVO DE UM PROCESSO DE ABANDONO FRENTE ESTADO/MUNICIPIO
    AGORA, SÓ NOS RESTA AGUARDAR/ACOMPANHAR O QUE VIRÁ

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