Foto: Reprodução Moovit

O consórcio de ônibus Transcarioca é mais um que entrou em recuperação judicial. Nesta segunda-feira (04/10), o grupo teve o pedido deferido pelo Tribunal de Justiça do Rio. Responsável pelo transporte de 22% dos passageiros de ônibus da cidade, o Transcarioca representa as linhas que circulam na região de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio, na Zona Oeste, e em Madureira e Cascadura, na Zona Norte.

Com a decisão, a Capital Fluminense chegou a 3/4 dos consórcios que estão operando através do recurso legal para evitar que decretem falência. Também entraram em recuperação judicial os consórcios Intersul e Santa Cruz. Nos últimos dias, 11 empresas das 29 que atuam na cidade também aderiram ao sistema para não encerrar as atividades.

Desde março de 2020, as empresas de ônibus cariocas amargam déficit financeiro de R$2 bilhões. Já foram fechadas 16 empresas, além da demissão de 21 mil profissionais rodoviários, segundo dados da Rio Ônibus

2 COMENTÁRIOS

  1. Engraçado, né, acabou a propina para o “nervosinho’, que não ganhava só da Odebrecht mas ganhava também da federação de transportes para aumentar tarifas anualmente, não ficalizar as quebras de contrato de circulação das linhas, os ônibus em péssimas condições de rodagem, a instalação de ar-condicionado obrigatória…Depois que pararam de dar propina o sistema todo ruiu, estão falindo por não terem mais esquema de corrupção, e agora nervosinho, como vc vai sobreviver sem aquele dinheirinho todo mês? E os cariocas que votaram novamente em você achando que vc é um grande administrador? Esse é o legado que vc deixou para o Crivella e agora estourou no seu colo, espero sinceramente que vc não invente outro esquema de corrupção, pois seus amigos no MPRJ podem não segurar mais essa.

    • Prezado Senhor Carlos Crispim.

      O senhor só falou a verdade!

      Estes donos de companhias de ônibus não tem é nunca tiveram prejuízo.

      Um exemplo seria o BRT.
      Ele nunca era para ter sido feito.

      Mas os donos de companhias de ônibus molharam a mão do Eduardo Paes e do Sérgio Cabral para não construissem o metrô de superfície ou até um trem de superfície.

      Está é a verdadeira história do BRT.

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