Foto: Leo Lemos/Divulgação

O empresário Arlindo Galdeano Filho, querendo colocar duas piscinas em sua cobertura no edifício Itacurussá, na altura do Posto 10, na Vieira Souto, em Ipanema, arrumou um problema com os vizinhos. Segundo os moradores do prédio, Arlindinho, como costuma ser chamado, não apresentou um estudo técnico antes de iniciar a obra.

Nos corredores do edifício, a maioria dos moradores reclama da obra de Arlindo Galdeano Filho. Os vizinhos não estão nada satisfeitos com a ideia do empresário, de fazer uma grande reforma na cobertura, incluindo as duas piscinas.

O prédio tem como moradores muitas pessoas da alta sociedade carioca. Para citar dois exemplos, o comentarista esportivo Arnaldo Cezar Coelho e o político João Amoedo moram lá. Além de famílias com sobrenomes tradicionais, como Magalhães Lins e Gouvêa Vieira.

No último dia 7 de maio, a Polícia chegou a bater na porta do condomínio. Isso aconteceu após as obras serem embargadas pela juíza da 22ª Vara Cível do Rio. A decisão, em caráter de liminar, estaria sendo ignorada.

Foi, então, apresentado pelo síndico aos policiais a comprovação de que a Justiça havia paralisado a obra da piscina. Ele ainda exibiu a prova de que um puxadinho foi construído irregularmente na cobertura.

Contudo, os vizinhos relatam que a construção das piscinas continua acontecendo normalmente.

De acordo com os vizinhos, a mulher de Arlindinho, Roberta Navarro teria recorrido às autoridades para que os operários fossem autorizados a subir de elevador com material de construção. Ela alegou estar fazendo melhorias no banheiro, no entanto, os moradores do Itacurussá dizem que o tal material de construção era formado por “canos e tubulações enormes com mais de 10 metros”.

O barraco chique continua. De forma discreta, sem querer que as pessoas saibam, na elegância, mas continua.

6 COMENTÁRIOS

  1. Em todas as classes sociais há pessoas sem educação e não tem o mínimo de respeito ao próximo. E eu querendo sair da Vila da Penha…

  2. Os moradores e funcionários, precisam prestar atenção, se tiver algo estranho no prédio. Se ocorrer algo mais grave(Deus me livre) , não foi por falta de aviso.

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