''Rio+Seguro'' é composto pelo trabalho conjunto de policiais miltares e guardas municipais - Foto: Divulgação

No primeiro semestre de 2021, o programa de segurança pública Rio+Seguro, elaborado pela Prefeitura do Rio de Janeiro através da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), registrou 41 prisões após ocorrências de roubos, furtos, posse de drogas e perturbação do sossego em Copacabana e no Leme, bairros da Zona Sul da capital fluminense.

Criado em 2017, o projeto, vale ressaltar, conta com integração de policiais militares e guardas municipais que atuam em ações para coibir a criminalidade e promover o ordenamento urbano.

Do total de prisões realizadas, 29 foram de maiores de idade e 12 de adolescentes que foram apreendidos, gerando 32 ocorrências em delegacias. Ao todo, foram feitas 178 abordagens a suspeitos durante as ações de rotina.

”Em 6 meses, o Rio+Seguro trouxe ótimos resultados na melhoria da segurança pública e no ordenamento de Copacabana e do Leme. Isso mostra que a integração entre os órgãos públicos e de segurança é fundamental e extremamente positiva para o enfrentamento da criminalidade na cidade. Que, em breve, possamos levar o projeto para outras regiões da capital”, destacou o secretário de Ordem Pública, Brenno Carnevale.

Além das ações que visam o combate à criminalidade, o Rio+Seguro integra diversas operações de ordenamento no bairro, organizadas para atender demandas dos moradores da região. Desde o início do ano, já foram realizadas 158 operações com a Secretaria Municipal de Assistência Social, Comlurb, Vigilância Sanitária, entre outros.

As operações de ordenamento resultaram na fiscalização de 741 ambulantes pela Coordenadoria de Controle Urbano (CCU), vinculada à Seop, e 121 deles foram removidos por falta de autorização. Foram também realizadas 691 desobstruções do espaço público ocupado irregularmente e apreendidas mais de 2.700 mercadorias com ambulantes sem autorização.

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