Foto: Beth Santos / Prefeitura do Rio

Nesta quinta-feira (02/09), a Praia de Copacabana ganhou um relógio que marcará a contagem regressiva de  365 dias para o Rock in Rio de 2022. O painel foi inaugurado pelo prefeito Eduardo Paes, ao lado do empresário Roberto Medina. O festival está previsto para ter início no dia 2 de setembro de 2022.

Ano que vem, vamos ter um feriado no dia 2 de setembro. Vai ser o dia do reencontro, o dia em que o Rio vai comemorar em nome do mundo. Vamos celebrar na mais linda de todas as cidades a volta à vida como ela é, ao vivo e a cores“, declarou o prefeito.

Roberto Medina, presidente do Rock in Rio, afirmou que o evento vai resgatar a esperança:

“Em 2022, o Rock in Rio vai resgatar o sentimento de esperança, de reencontro e de paz para dentro da atmosfera única da mágica Cidade do Rock. Nós e nossos fãs nunca esperamos tanto por uma edição do festival como a do ano que vem. Sabemos que a ansiedade é grande e o relógio emblemático, com a contagem regressiva, carrega um símbolo enorme que ao longo desses 365 dias vai lembrar a todos que logo estaremos juntos novamente em dias de muita festa, animação e diversão”.

O festival está marcado para os dias 2, 3, 4, 8, 9, 10 e 11 de setembro de 2022 na Cidade do Rock, na Zona Oeste do Rio. Medina afirmou que todas as bandas já estão contratadas.

Agora vamos anunciando, acertando os detalhes pra anunciar“, completou.

Medina disse que não há a possibilidade aumentar o número de pessoas por dia de festival, que é limitado a 105 mil: “Eu aprendi. No primeiro Rock in Rio você tinha 250 mil pessoas por dia. Eu aprendi que você acaba não atendendo bem. O limite de 100 mil pessoas, mais 5 mil da área VIP, é um limite que os banheiros vão funcionar direito, que as comidas vão ser entregues. Ali eu entendi que é o número correto pra você atender bem, se não vira uma experiência chata“.

Ele completou ainda adiantando que, em 2022, o festival terá três dias só de rock: “Pros roqueiros que ficam enchendo a minha paciência, vão ter três dias de rock, eles podem ficar felizes. (…) As pessoas falam que era mais rock. Não, não era. Mas não faz mal, isso faz parte da história. As pessoas colocando, cada um, a sua impressão digital nisso que a gente criou”.

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