Nelson Sargento, ícone do samba carioca e brasileiro - Foto: Gabriel Monteiro/Agência O Globo

Falecido na manhã da última quinta-feira (27/05) em decorrência de complicações da Covid-19, o sambista carioca Nelson Sargento terá seu corpo cremado nesta sexta (28/05) em um cemitério na região central do Rio de Janeiro. Por conta das medidas sanitárias e de distanciamento social, a cerimônia será restrita à família e amigos.

”Infelizmente, por conta da pandemia em que nos encontramos, informamos que não haverá velório público, Nelson será cremado em cerimônia restrita”, disse a assessoria de imprensa do artista, por meio de nota.

Nascido em 25 de julho de 1924 na Santa Casa da Misericórdia, na Praça XV, Nelson Mattos recebeu o apelido de Sargento após servir ao Exército. Presidente de honra da escola de samba Mangueira, teve entre seus principais sucessos músicas como ”Nas Asas da Canção”, ”Sinfonia Imortal”, ”Ciúme Doentio” e a consagrada ”Agoniza, Mas Não Morre”.

Ele tinha atualmente 96 anos e estava internado no Inca da Praça da Cruz Vermelha, no Centro do Rio, desde a última sexta (21/05). Vascaíno fanático, Nelson Sargento atuava também, além de cantor e compositor, como pesquisador, artista plástico, ator e escritor. Vale ressaltar que o músico já havia tomado as duas doses da vacina contra a Covid-19, sendo a segunda em 26/02.



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Raphael Fernandes

Raphael Fernandes é jornalista, baixista e apaixonado por futebol. Integra a equipe do DIÁRIO DO RIO desde fevereiro de 2019 e, paralelamente, atua como repórter no radialismo esportivo carioca.

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