Marcelo Crivella
Tomaz Silva/Agência Brasil

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, anunciou neste sábado (4/04) que doará o próprio salário de abril para o Fundo Emergencial de Combate ao Coronavírus (FECC), aprovado na semana passada pela Câmara dos Vereadores.



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O fundo receberá contribuições de pessoas físicas e jurídicas. Crivella pediu para que a população contribua com doações.

O fundo foi aprovado por unanimidade na Câmara. Vamos ajudar. Todos juntos, ficamos mais fortes e vamos vencer esse coronavírus”, disse o prefeito.

As doações ao FECC podem ser feitas no Banco do Brasil, na conta 295.019-7 da agência 2234-9, criada pela prefeitura especificamente para o fundo.

A Prefeitura disse que prestará contas da movimentação financeira do FECC à Câmara de Vereadores e que deverá publicá-las na internet a cada 15 dias.

2 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns ao Prefeito do Rio, Marcelo Crivella! Mais do que palavras, precisamos de atitudes, mesmo correndo o risco de dizerem que isso é uma atitude “eleitoreira”. A população carioca mesmo passando esse sufoco atípico, por causa dessa medida restritiva que poderia ser modificada para a Medida restritiva Vertical, certamente fará a sua parte. O importante é não fazermos política em cima da tragédia e usando teorias quase utópicas, isso certamente não ajudará! Cada um fazendo sua parte, mesmo ajudando pouco será de grande valia.

  2. Se a União não institui o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF)
    Então o Estado do RJ, que tem o ITCMD (sobre herança e doações) cobrado pela alíquota máxima de 8% desde 2018 (até 2016 só havia alíquota de 4%) precisa urgentemente ver com a bancada de representação fluminense no Congresso Nacional a modificação da Constituição da República para permitir cobrança de alíquota maior.
    Enquanto Alemanha, Japão, França, Holanda, EUA e outros países cobram até 60% de imposto sobre heranças, especialmente, como também cobram altos impostos de doações, inclusive para entidades religiosas (Alemanha), o arrecadado no Brasil é tão pequeno que contribui para concentração de bens na sociedade brasileira – nada meritório, pois quem recebe não recebe por seu trabalho.
    Em tempos de crise seria muito importante essa fonte de arrecadação, como também de Política de Distribuição de Riquezas.

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