O bispo Marcelo Crivella (PRB), aquele que queria pedir licença para fazer a campanha do filho, e já teve votado um pedido de investigação por causa do MarciaGate, pode ter outro pedido de abertura de impeachment nos próximos dias. De acordo com o jornal O Globo, Crivella é acusado de usar a máquina pública, ou seja, o dinheiro do carioca, para fazer campanha para seu filho a deputado federal, o Marcelo Hodge Crivella (PRB), ao menos dois ônibus da Comlurb foram vistos buscando funcionários ao fim da reunião com o candidato na quadra da Estácio, fora de horário de expediente, por volta das 21h.

De acordo com a matéria, o vereador Paulo Pinheiro (PSOL-RJ), um dos que estão à frente do movimento, pelo menos 15 parlamentares já estariam dispostos a votar a favor do impeachment. Segundo ele, o fato de o prefeito ter virado réu no processo do caso ‘fala com a Márcia’, quando ele reuniu líderes de igrejas evangélicas no Palácio da Cidade e prometeu ajuda para fiéis marcarem cirurgias em hospitais públicos ou ajuda nos ‘problemas com o IPTU’, só ajuda.

E não estranhe se Crivella for impedido, é que também está sendo feita uma mudança na Lei Orgânica do Município que prevê eleições indiretas apenas no último ano do mandato em caso de ausência do vice-prefeito. Como é a única divergente com o resto do país, os vereadores agora querem que seja indireta nos 2 últimos anos do mandato, o que abriria a chance para o presidente da Câmara, Jorge Felippe (MDB) ser o novo prefeito da cidade.

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