Esses dias, eu revi o vídeo que viralizou recentemente, no qual um carioca fala da nossa capacidade de sobreviver a tudo – até ao governo Crivella. Me lembrei dos memes, o momento máximo em que nós nascidos no Rio de Janeiro e brasileiros em geral rimos da nossa própria desgraça, talvez acreditando que vamos superá-la.

Em uma explicação geral e direta, meme é toda imagem, vídeo, GIF ou algo do tipo que se espalha pela Internet com facilidade e muito humor. Nós, cariocas e brasileiros, entendemos do assunto.

Como temos essa incrível capacidade de fazer graça de e com tudo – nunca vou saber se isso é bom ou ruim -, fazemos e compartilhamos memes sobre qualquer assunto. Têm memes que são melhores que os candidatos ao governo do estado do Rio e à presidência da República. “Ta serto”.

Falando em política, existem analistas que dizem que os memes podem influenciar bastante as eleições deste ano. Há memes que poderiam ser candidatos. Divulgação na Internet não faltaria – e de graça.

Nossa relação com os memes é tão próxima que a South America Memes (SAM), fundada por um carioca, é uma das maiores centrais de memes do mundo. O Museu dos Memes tem escritório no campus da UFF, em Niterói. Tudo para nossa alegria.

Estão vendo? Os memes estão diretamente ligados a nós, cariocas e brasileiros. É uma união compartilhada para todo mundo ver e achar divertido. Menos a Luiza, que está no Canadá.

Os memes, o futebol, a corrupção e as crônicas (essa não) podem não ter sido inventados no Brasil, no Rio de Janeiro, mas são coisas que fazemos melhor que todo mundo. Né non?

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