Meses atrás, eu escrevi uma crônica neste mesmo Diário do Rio sobre como o prefeito da cidade, Marcelo Crivella, viaja. No sentido literal e figurado. Outro que anda sumido é Luiz Fernando Pezão, governador do estado.

A campanha para o cargo de governador do Rio de Janeiro está a todo vapor, notícias bombásticas, reviravoltas, e Pezão, atual ocupante do cargo (ou não) não dá sinais de vida. Parece que está em outro plano.

Pezão não apareceu nem para botar a mão diretamente em alguma candidatura e apontar claramente um sucessor. Talvez isso tenha acontecido porque tal assombroso apoio não seja bem visto.

Pesquisando sobre o paradeiro do governador, vi que em uma entrevista recente, Pezão disse que os candidatos de 2018 parecem que não estão estudando os problemas do estado. Seria engraçado se não fosse assustador.



Em outra declaração dita há poucos dias, Luiz Fernando Pezão falou que está na contagem regressiva para seu mandato acabar. Ainda bem que esse mal não é perpétuo.

O governador vem aparecendo cada vez menos em eventos públicos, sobretudo quando a campanha eleitoral se intensificou. Está sumido. Não deve estar saindo na rua nem para fumar.

Muita gente diz que Pezão parece o fantasma do metrô do filme Ghost – Do outro lado da vida. Será que ele vai sumir de vez até a posse do novo governador ou ainda vai aparecer de leve, talvez para pedir um “traguinho”, como o personagem do filme?

4 COMENTÁRIOS

  1. Não gostei do governo pezao. Mas esse comentário de o sujeito ter sumido é totalmente sem noção. Apoiar alguém não é uma obrigação. E de fato, pelas milhares de promessas que estão fazendo parece estar sobrando muito dinheiro no estado. Quero ver quando eleito, se as promessas vão se concretizar. Esse texto parece não ter objetivo definido. Apoiar ou não alguém é uma faculdade. Afinal….ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.

  2. É um absurdo. Deveria estar com Cabral e ter sofrido impedimento.
    E o plano de cargos da saúde?
    Vai nos deixar chupando dedo. Enrolou o quanto pode. Muito mau governador. Espero que nunca mais se eleja para nada. Um câncer para o funcionalismo.

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