Esta semana o Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta comemorou mais uma data importante que foi o “aniversário” de recebimento de seu hábito de Monge Cisterciense. A data tão relevante em se tratando de Dom Orani, mais importante personalidade Católica da atualidade ouso dizer na América Latina, nos leva a refletir sobre os rumos da Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil.

É uma realidade incontestável que, a exceção das Igrejas Protestantes tradicionais, uma série de seitas surgem no País. Com teologias mundanas, ditos pastores sem compromisso teológico, colocam uma Bíblia debaixo do braço, alugam uma garagem, instalam uma caixa de som amplificada e um microfone de baixa qualidade e começam a pregar a salvação ou a prosperidade como se Deus fosse um grande comerciante ou barganhasse favores em troca de outros, normalmente se buscam generosas doações financeiras.

A Igreja Católica também, em determinado momento foi contaminada por uma militância claramente esquerdista que ainda existe em certos recantos do País graças a custa da omissão de  Bispos que preferem não cuidar das almas de suas ovelhas e sim de suas preferências eleitorais. Paulo Apóstolo já dizia que o “que vem da carne é carne e o que vem do espírito é espírito”. Esse comportamento ideologicamente à esquerda de parte da Igreja foi um dos grandes culpados pelo surgimento de seitas e dos falsos profetas.

A solução que me parece ser a mais correta por parte das lideranças Católicas Brasileiras ou até mesmo da Santa Sé está em valorizar e dar comando a Sacerdotes de fato realmente preparados para conduzir o rebanho nesses tempos estranhos.

Permito-me tomar como exemplo meu Pároco, Monsenhor André Sampaio de Oliveira. Trata-se de um homem de 50 anos, Pároco na Escola Americana de Botafogo, formado pela Academia Diplomática da Santa Sé, Mestre e Doutor em Direito Canônico, Especialista em Direito Oriental e Professor Universitário. Fluente em 6 idiomas é de uma capacidade intelectual como poucos, de um conhecimento teológico e histórico invejáveis e de um carisma de Sacerdote, no sentido paternal da palavra, que contagia a todos a todos e que fazem com que aqueles que o conhecem, lêem seus escritos, assistem suas Missas e pregações, apaixonem-se ou voltem a se apaixonar pela Igreja Católica.



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Um homem como o Monsenhor Sampaio é fundamental para que o grande “AGGIORNAMENTO” tão necessário a Igreja Católica aconteça com mais rapidez. Um Padre com pouco preparo é fogo que não queima, um Padre capacitado é luz que aponta caminhos. Recentemente durante a transmissão da Canonização de Irmã Dulce, tive oportunidade de ver por horas. sem interrupções os comentários da Monsenhor André Sampaio à Jornalista Andréa Beltrão, durante transmissão da cerimônia transmitida pela Globo News. O Monsenhor havia sido convidado especial para, com seu vasto conhecimento, explicar os momentos e rituais de toda a solenidade. A Igreja não pode e nem deve abrir mão de homens como Monsenhor Sampaio e de alguns outros como ele. Somente Padres com efetivo carinho paternal, conhecimento vasto e capacidade gestacional levarão a Igreja Católica à posição de liderança que sempre teve.

Bons Padres como André Sampaio a Igreja tem, o que ela precisa é valorizá-los e dar a eles condições de, iluminados pela vocação se doarem por inteiro a ela em posições relevantes.

A falta de critérios que até bem pouco tempo foi regra na escolha das lideranças Católicas deu postos e funções a muitos com teologia suficiente para no máximo ouvir confissões de adolescentes que se preparam para a primeira comunhão.

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