Em entrevista à ‘Rádio Gaúcha’, nesta segunda, 25/05, a deputada Carla Zambelli (PSL) disse que operações da Polícia Federal ‘estavam na agulha para sair’. Na manhã desta terça, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra o governador do Rio, Wilson Witzel, em investigação de supostos desvios na saúde.

“Se eu tivesse relações promíscuas com a PF, a operação de hoje seria chamada de Estrume e não Placebo”, disse Zambelle.

Alessandro Molon, deputado do PSB pelo Rio de Janeiro, comentou, em seu Twitter, a situação:

Marcelo Freixo, deputado federal pelo Psol, se manifestou:

“O fato de a deputada bolsonarista Carla Zambelli saber de uma operação sigilosa da PF contra um governador de oposição mostra que estamos diante de uma primeira experiência de polícia política em um governo autoritário e golpista. A PF não é guarda presidencial”, disse Freixo.

2 COMENTÁRIOS

  1. A Polícia Federal está sendo usada como Polícia Política, como se apresenta os garotos indícios:
    – Deputada de SP – mas que só atua no Planalto – revelando que sabe de operações por vazamento
    – Operação no mesmo dia do depoimento de Paulo Marinho, suplente de Flavio Bolsonaro, filho do Presidente, revelando que a Polícia lhe vazou informações sobre operação.
    – Bolsonaro, que antes acusava a Polícia e o MP do RJ de supostamente pretenderem plantar prova contra ele e filhos seus, hoje, enquanto ocorria a operação no Palácio das Laranjeiras, “parabenizou (?) a PF pela operação contra Witzel”.

    Ora, ora. O que garante que não sejam forjados elementos de prova, pois a Polícia Federal esteve nos endereços sem acompanhamento sequer do Ministério Público ou de advogados do GovRJ

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