Foto: Vinicius Loures

Nesta terça-feira (26/01), o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) foi impedido de entrar em um voo da Gol, em Guarulhos (SP), no meio de uma conexão que ia do Rio de Janeiro para Brasília, por se recusar a usar máscara, item obrigatório a todos os passageiros.

Silveira se apresentou para embarque alegando que teria dispensa médica para não utilizar a máscara facial. Ele foi informado por um funcionário que teria o embarque negado caso não utilizasse a máscara a bordo. O deputado seguiu adiante pelo finger até a aeronave e afirmou ainda que o voo não sairia dali sem ele. A Polícia Federal foi chamada para a retirada do parlamentar. 

Ao portal de notícias R7, a companhia aérea afirmou que o atestado apresentado pelo deputado dizendo ter cefaleia crônica não se enquadra para embarque sem máscara.

No Twitter, o deputado afirmou que já acionou juridicamente a companhia aérea Gol por não cumprimento da lei que permite a entrada sem máscara mediante atestado médico.

Silveira publicou um vídeo com seu pronunciamento oficial. Nele, ele afirma que houve militância da empresa, que não seguiu a lei, e repete que está processando a companhia.

Vale destacar que esta não é a primeira polêmica na qual Daniel Silveira está envolvido. Em 2018, o deputado ficou conhecido por quebrar uma placa de nome de rua onde se lia “Rua Marielle Franco”. Além disso, em outubro de 2020, Silveira já havia falado sobre não usar máscara, o que ele chamou de “focinheira ideológica”. No vídeo, ele diz que já embarcou em mais de 40 voos sem máscara.

2 COMENTÁRIOS

  1. Se acha melhor que os outros para não querer usar máscara num lugar fechado? A companhia e passageiros que porventura tiveram algum atraso é que têm de processá-lo.

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