Dr. Jairinho - Foto: Foto: Flávio Marroso/CMRJ

Presos pela suspeita de terem matado o menino Henry Borel, de 4 anos, o vereador Jairinho (sem partido), e a professora Monique Medeiros podem perder o direito de terem visitas íntimas enquanto estiverem na cadeia.

Para evitar que o benefício seja concedido ao casal, o deputado Anderson Moraes (PSL) pediu, nesta terça-feira (13/04), que a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) vote em regime de urgência o projeto de lei 3591/2021, que tira essa regalia de detentos.

A proposta prevê a suspensão de visitas íntimas para aqueles que cometeram crimes de homicídio qualificado, tortura, estupro, pedofilia e contra agente de segurança pública. Dr. Jairinho e Monique são investigados por homicídio duplamente qualificado, com emprego de tortura e impossibilidade de defesa da vítima.

O projeto quer tirar regalias de homicidas, torturadores, estupradores e pedófilos como um todo. E, embora não tenham sido condenados, Jairinho e essa que se dizia mãe do menino se enquadram nessas classificações pelo crime brutal contra uma criança indefesa. Não devem ter direito de terem relações sexuais durante o cumprimento da pena, entre outras regalias“, afirma Anderson Moraes.

Cabe à Mesa Diretora da Alerj acatar o pedido de urgência e colocar o projeto na pauta de votação.

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