A questão dos refugiados, vai muito além do que algumas pessoas com pensamento simplistas imaginam, não se trata de tirar emprego, mas sim dos recursos limitados que o Estado tem, se uma montanha de pessoas surge em seu país, estado, cidade de uma hora para outra, é claro que a infra-estrutura oferecida não vai ser suficiente. O orçamento, como sempre, é limitado.

Então mostra um deslocamento da realidade a proposta de Jânio Mendes (PDT), Martha Rocha (PDT), e Enfermeira Rejane (PCdoB), que corre na ALERJ. O projeto prevê uma cota para refugiado nas universidades do estado, 5% dos cursos de graduação e pós-graduação sejam preenchidos por “portadores de deficiência, bem como refugiados e imigrantes em situação de vulnerabilidade”.

A proposta até mostra de onde vai sair a vaga dos refugiados, das vagas dos portadores de deficiência… pois é… e com todo respeito aos deputados, não é exatamente a medida mais interessante aos refugiados. Facilitar documentação, moradia e até aqueles que querem abrir seus negócios, vá lá, mas cota nas universidades?

Fonte Informe O Dia.

 

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