TJRJ, na região central do Rio de Janeiro - Foto Cleomir Tavares/Diário do Rio

Por meio de sua corregedoria, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou, na última sexta-feira (20/08), que, entre 09h e 19h desta segunda (23/08) – também valendo para terça (24/08) – fosse realizada uma fiscalização, em caráter extraordinário, nos gabinetes de 8 membros do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), todos suspeitos de praticar atos de corrupção. São eles:

  • Adriano Celso Guimarães (desembargador);
  • Cherubin Helcias Schwartz Junior (desembargador);
  • Guaraci Campos Vianna (desembargador);
  • Helda Lima Meireles (desembargadora);
  • José Carlos Maldonado de Carvalho (desembargador);
  • Marcos Alcino de Azevedo Torres (desembargador);
  • Mario Guimarães Neto (desembargador);
  • Roseli Nalin (juíza).

A portaria federal, assinada pela ministra Maria Thereza de Assis Moura, faz referência a reportagens dos portais ”Extra” e ”Veja” que denunciam supostas vendas judiciais que têm como beneficiadas empresas do setor de transporte do RJ. Elas partiram da delação premiada de José Carlos Lavouras, ex-presidente da Fetranspor.

Vale ressaltar que, devido à fiscalização, os prazos processuais analisados por eles no TJRJ ficam suspensos.

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