Dia de São Cosme e Damião, tradição carioca há anos

2019 - Garotada com saquinhos de doce em comemoração à 27 de setembro - Foto: Reprodução/Internet

Nesta sexta-feira, 27 de setembro, o Rio de Janeiro celebra, popularmente, o Dia de São Cosme e Damião, irmãos gêmeos que morreram por volta de 300 a.C. e, por terem exercido a medicina sem cobrar por isso, acabaram virando santos.

Esta comemoração, mais ligada à Umbanda e ao Candomblé (a Igreja Católica celebra no dia 26), acabou se expandido à população de maneira geral, isto é, fugindo um pouco da esfera apenas religiosa, com as crianças saindo às ruas para pegar doces. Esse fato é tradição no Rio de Janeiro há anos.

No Centro do Rio, a Casa Porto, por exemplo, localizada no Largo de São Francisco, prometeu dar saquinhos de doces. Já na Praça XV, a baiana Ciça do Acarajé ofereceu um almoço de agradecimento, com pratos tradicionais de santo, como caruru, vatapá e amolocô, além de balas, pipocas e refrigerante.

Na Paróquia São Cosme e Damião, no Andaraí, Zona Norte da cidade, além do Arcebispo do Rio, Cardeal Orani Tempesta, ter realizado uma missa nesta quinta-feira (26/09), esta sexta (27/09) é marcada por várias celebrações, incluindo uma procissão, às 16h. Apesar da igreja não dar doces , alguns fiéis realizam a ação, na entrada da paróquia.

Por todo o seu contexto, o Dia de São Cosme e Damião é um patrimônio cultural do Rio de Janeiro. Viva!

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2 COMENTÁRIOS

  1. […] Há anos, a comemoração de distribuir doces às crianças, deixou de ser ligada apenas à religião e acabou se expandido à população de maneira geral, ou seja, saiu um pouco do âmbito apenas religioso e se tornou, há muitos anos, uma tradição no Rio de Janeiro. Desta vez, realizada de maneira um pouco diferente, mas seguirá como um patrimônio cultural carioca. […]

  2. […] São Cosme e São Damião eram dois irmãos gêmeos que morreram por volta de 300 a.C. e, por terem exercido a medicina sem cobrar por isso, acabaram virando santos. A comemoração de distribuir doces às crianças, deixou de ser ligada apenas à Umbanda e ao Candomblé (a Igreja Católica celebra no dia 26) e acabou se expandido à população de maneira geral, ou seja, saiu um pouco do âmbito apenas religioso e se tornou, há muitos anos, uma tradição no Rio de Janeiro. Desta vez, será realizada de maneira um pouco diferente, seguirá como um patrimônio cultural carioca. […]

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