Uma nova relação esta surgindo, aquele frio na barriga, paixão, as sensações são muito parecidas de quando era adolescente, só que não, a adolescência ficou para trás e a vida adulta pressupõe uma série de vivências, experiências e histórias.

Quando essa união é precedida por outra relação que já gerou filhos, essa nova pessoa será chamada de madrasta ou padrasto e, na maioria das vezes, será necessário assumir algumas responsabilidades pelo vínculo afetivo, apesar disso, é super importante que a figura da mãe ou do pai seja preservada.

Em algumas famílias, infelizmente, pode haver uma rejeição do enteado para com o novo membro da família, sendo extremamente comum ouvir frases como:

-Você não manda em mim!; – Você não é a minha mãe!; – Se você não deixa, o meu pai deixa; – Só obedeço aos meus pais!.

Para lidar com esse tipo de situação, é indispensável que o padrasto ou a madrasta tenha paciência e que demonstre não estar interessado em substituir o pai ou a mãe biológica.

No entanto, isto não significa que os enteados não devem cumprir as regras e os limites impostos pelo padrasto ou madrasta, pelo contrário, padrastos e madrastas têm o direito ao respeito, ao tratamento com dignidade, com possibilidade de impor limites em proteção à boa formação e educação dos enteados. Muito importante que haja bastante diálogo com a companheira ou companheiro para facilitar as coisas.

Mas uma coisa é fato: com o passar do tempo, a relação entre padrasto/madrasta e enteado tende a melhorar, um vínculo não se constrói da noite para o dia, mas com amor carinho e respeito ele se fortalece dia a dia.

Tenha paciência, trate seu enteado com muito amor e veja uma relação maravilhosa nascer. Fiz isso com a Angelina, e hoje nos damos super bem, somos uma família de fato! Boa sorte!

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