Estátua de Ismael Sivla

Em Novembro de 2016 o Samba completa 100 anos, foi em 1916 que Donga registrou “Pelo Telefone” e para comemorar esta data o pessoal da Negha-Rio que faz seus passeios guiados com doutores e doutorandos da UERJ, irá pela região que o samba nasceu e teve sua primeira infância, ali pela Praça XI e o Estácio, local para quem quiser me matar de amor, isso no dia 29 de abril.

No dia 1o de maio o passeio será pelo Cais do Valongo, onde chegavam os escravos que um dia iriam dar cara ao maior movimento cultural brasileiro.

Como sempre são gratuitos, incríveis e tendo como guia doutorandos da UERJ. Inscrições não são necessárias. Em dia de “casa cheia” recorre-se ao megafone. Em caso de tempo chuvoso, o roteiro será cancelado. Dúvidas e informações: (21) 98871-7238 (whatsapp).

Veja os roteiros:


Pao-do-Ouvidor

Antes ou depois de curtir um passeio, vale uma passada no Shopping Paço do Ouvidor. Passa no Paço!

Ecos da Cultura na Cidade Nova e na Praça Onze dos Bambas

Encontro: 29 de abril às 10 horas da manhã junto à escultura interativa de Ismael Silva (rua Frei Caneca com Largo do Estácio e Av. Salvador de Sá)

Itinerário: Escultura de Ismael Silva (assinatura Otto Dumovich) – Conjuntos Residenciais Ismael Silva & Zé Kéti (Minha Casa, Minha Vida) – Rua Neri Pinheiro, Cidade Nova (os aterros sobre o  mangal de São Diogo, o surgimento da Cidade Nova, o bairro do Mangue e da zona do baixo meretrício, a memória simbólica da prostituição nos logradouros e torres do centro administrativo da Cidade Nova), Petrobrás, Igreja Evangélica, as diversas camadas de aterros, cultura e transformações espaciais na Cidade Nova – memória simbólica na Cidade Nova do maxixe e do chorinho, Correios, Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro, Escola de Enfermagem Ana Néri, a monumental Avenida Presidente Vargas, Praça Onze (berço do samba e lugar de  manifestações religiosas e culturais dos negros da “Pequena África do Rio de Janeiro”), tradicionais lugares do carnaval carioca, monumento a Zumbi dos Palmares, Passarela do Samba / ‘Sapucaí’ do maior espetáculo da Terra /Avenida Darcy Ribeiro,  Terreirão do Samba / palco João da Baiana,  vista para o morro da Favela / Providência,  Escola Tia Ciata,  Igreja de Santana, avó de Jesus, a Nanã de negra devoção (visita).

Dos Lamentos do Cais do Valongo aos Simbólicos Batuques da Pedra do Sal e Emissões da Rádio Nacional

Encontro: 1º de maio de 2016 – às dez horas da manhã – esquina das ruas Camerino com Sacadura Cabral.

Itinerário: entre os pulsares, batuques e batidas diferentes: Jardins do Valongo (subida aos Jardins) – Cais do Valongo. Tombado pela UNESCO pelo seu  contínuo e dilacerante papel  na humanidade por ser o ancoradouro que maior número de escravos recebeu no mundo: um milhão – Rua Sacadura Cabral – Trapiche Gamboa –  Pedra do Sal dos escravos, trabalhadores da estiva, do samba, do gênio Pixinguinha, do sambista João da Baiana e do pintor Heitor dos Prazeres em plena “Pequena África do Rio de Janeiro” – Largo de São Francisco da Prainha – Rua Sacadura Cabral – Nova Praça Mauá e os ecos da Rádio Nacional.

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