Para aqueles que celebrarão o dia do ser mais paradoxal que existe, o dia do “Pergunte a sua mãe” e em paralelo tentam nos ensinar que “Modos tornam um homem” (William Horman), preparei uma seleção de vinhos para fazer aquele brinde ao primeiro herói de seu filho e ao primeiro amor de sua filha.

DV Catena Malbec Malbec 2015 – R$ 198,48

Outra estrela da linha premium de Catena Zapata, o DV Catena Malbec-Malbec mostra grande complexidade, resultado dos dois excelentes vinhedos utilizados na produção. Esbanja uma cativante fruta, com ótima profundidade. No palato é longo e saboroso, mostrando porque desde seu lançamento já é considerado um dos melhores Malbecs da Argentina.

Alma Negra M Blend 2016 – R$ 145,72

Os vinhos Alma Negra, de Ernesto Catena, gozam de imenso sucesso e surpreendem sempre por sua originalidade. O M Blend é um corte de 70% Bonarda e 30% Malbec, macio, cheio de fruta, e de excelente relação qualidade/preço.

Rio de los Pájaros Merlot/Tannat Reserva 2015 – R$ 119,75

Tinto saboroso, frutado e macio, elaborado com as castas Tannat e Merlot produzido por Pisano, a grande estrela do Uruguai. A Merlot, macia e redonda, ajuda a amaciar a tanicidade da Tannat. O bouquet é intenso e concentrado, com bastante fruta. Na boca, é macio, acessível e frutado, bem saboroso.

Alamos Malbec 2017 – R$ 80,77

Seguindo a tendência mundial de vinhos mais gastronômicos e menos alcóolicos, a partir da safra de 2016, o Alamos Malbec passou a ser talhado em um estilo mais elegante, e logo conquistou excelentes 91 pontos de James Suckling, que atribuiu a mesma nota às safras 2016 e 2017. Impressionado com a nova versão do vinho, o crítico elogiou o equilíbrio e a finesse do tinto, “uma das melhores compras de todo o mercado”. É sem dúvida um dos eternos achados do Novo Mundo, um verdadeiro clássico argentino. Muito recomendado!

Cobos Felino Cabernet Sauvignon Magnum 2017 – R$214,90

O enólogo americano Paul Hobbs aterrissou na Argentina em 1989 e por lá deixou-se seduzir subitamente pelo terroir de Mendoza. Foi somente no ano de 1997, porém, quando Paul conheceu dois enólogos da região – Marchiori e Barraud – que decidiu dedicar-se à produção de vinhos. Unidos e descontentes com a imagem da Malbec mundo afora, passaram a produzir vinhos argentinos de reconhecimento internacional. E essa é a natureza da Viña Cobos: o desejo de retomar a posição da Malbec pelo mundo.

Brancaia TRE Maremma IGT 2015 – 129,90

Era 1981 quando o casal suíço Brigitte e Bruno Widmer comprou a vinícola Brancaia, na região de Chianti Classico, na Toscana. Apenas dois anos depois, a Casa Brancaia foi classificada em primeiro lugar como os melhores produtores de Chianti em uma degustação de Chianti Classico. Desde então, se estabeleceu rapidamente em nível internacional. O próximo passo seria expandir as regiões de cultivo da Casa Brancaia. Em 1989, adquiriram mais um vinhedo em Chianti e em 1998 chegaram até Maremma, há apenas 10 quilômetros do mar. Desde então, colhem as sementes do sucesso. Sem dúvida, um dos melhores produtores italianos dos últimos tempos.

Zorzal Gran Terroir Malbec 2017 – R$101,43

Os vinhedos da vinícola Zorzal situam-se a 1350 metros de altitude, um dos cumes mais altos da América do Sul, em uma pequena sub-região de Mendoza chamada Gualtallary. Desde 2008, os irmãos Michelini lideram, com entusiasmo e paixão, a produção de seus próprios vinhos. Gualtallary é uma região rica em calcário e pedras. A combinação de altura dos vinhedos aos dias quentes, a pouca chuva e ao clima ameno, resultam em vinhos firmes, bem estruturados, com ótima acidez e mineralidade. Neal Martin, da revista norte-americana Robert Parker’s Wine Advocate, inclusive classificou os irmãos Michellini como “os mais intrigantes de toda a América do Sul”. E eles são consagrados por muitos críticos como alguns dos produtores mais badalados do momento.

Escorihuela Familia Gascon Malbec 2017 – R$69,90

A história da bodega remonta 1880, quando Miguel Escorihuela Gascón, então com 19 anos, imigrou da Espanha para a Argentina. Depois de um curto período na capital, Miguel mudou-se para Mendoza, onde adquiriu 17 hectares de terra e iniciou a construção da vinícola. Em 1993, após a sua morte, Nicholas Catena herdou o negócio, investindo na modernização da produção para adequá-la às exigências do mercado atual, tornando-a reconhecida mundialmente. Atualmente, a vinícola mantém seu charmoso prédio de origem, com um renomado restaurante, chamado 1884, e porões. É a produção mais antiga da região e de maior prestígio no país. A fórmula para o sucesso e a elaboração de vinhos de alta qualidade são alguns fatores que o fundador considerava crucial: o cuidado com as vinhas, a tecnologia e a equipe de enólogos renomados e competentes.

Valores verificados na loja online da Mistral e da Grand Cru.

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