Iron Maiden foi atração no Rock in Rio nesta sexta (04/10); P!nk canta no Palco Mundo neste sábado (05/10) - Foto: Reprodução/Internet

Que o Rock in Rio há tempos não é mais um festival exclusivamente de rock (para alguns, nunca foi), isso é fato. Porém, o 2º e último final de semana da edição de 2019 do evento traz uma ‘oposição’ de estilosmusicais muito gritante.

Nesta sexta-feira (04/10), foi dia do heavy metal. Bandas ‘pesadíssimas’ como Iron Maiden, Helloween, Sepultura, Slayer e Torture Squad, para citar só algumas, levaram riffs e sons de guitarra extremamente potentes ao festival. Foi o verdadeiro ”Hoje é dia de rock, bebê” desta edição.

Andreas Kisser durante show do Sepultura nesta sexta (04/10) no Rock in Rio – Foto: Reprodução/Internet

Em (total) contrapartida, este sábado (05/10) marca o principal dia do pop e até do funk no Rock in Rio 2019. P!nk, Black Eyed Peas, Anitta, Charlie Puth, Ludmilla e Buchecha são algumas das atrações. Até a dupla das antigas Cidinho & Doca vai rolar, no Espaço Favela.

Anitta durante apresentação no Rock in Rio Lisboa, em 2018; cantora é a 1ª atração do Palco Mundo neste sábado (05/10) – Foto: Reprodução/Internet

Para críticas de alguns (ou de muitos), o Rock in Rio se tornou, ao longo dos anos, um evento bastante eclético. Apesar de nunca ter havido (ainda?) espaço para o sertanejo e o pagode, por exemplo, artistas de variados estilos se apresentam naquele que é considerado o maior festival de música do mundo.

Porém, há também a quem agrade essa mudança de pensamento em relação à programação do festival. A social-mídia Karoline Dias, que já esteve no 1º dia de Rock in Rio (Drake) e retorna à Cidade do Rock neste sábado, elogiou a diversidade musical do evento.

‘Acho incrível essa possibilidade de ter atrações que agradem todos os públicos. Tem até dias que misturam artistas de estilos diferentes, como no último domingo (29/09), com Ivete e Bon Jovi. No Brasil, penso que há uma carência de festivais desse porte, como o Rock in Rio, então tem que haver diversidade. E o povo brasileiro é, por natureza, muito eclético. O pagodeiro escuta funk, o funkeiro escuta rock, e assim por diante”, disse Karoline.

Neste final de semana, especificamente, para alegria de alguns e lamentações de outros, a ‘galera de preto’ deu lugar ao ‘público colorido’ praticamente da noite para o dia.

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