A Companhia Tradicional de Comércio, grupo conhecido no ramo gastrônomico paulistano e que possui 3 casas no Rio de Janeiro, não vai deixar a capital fluminense.

Através de um comunicado oficial emitido por sua assessoria de imprensa (Documennta Comunicação) na tarde desta quinta-feira (09/04), a Companhia informou que sua operação na “Cidade Maravilhosa” foi somente interrompida, e não finalizada, como se supunha.

No Rio de Janeiro, a Companhia Tradicional de Comércio administra o Bar Astor, em Ipanema, e as unidades da Bráz Pizzaria no Jardim Botânico e na Barra da Tijuca.



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Mais cedo, na manhã desta quinta, o “Blog do Ancelmo Gois”, do jornal “O Globo”, divulgou a informação de que a Companhia havia desistido do Rio de Janeiro e que, por isso, ao todo, 150 funcionários (somando-se os 3 estabelecimentos) tinham sido demitidos. Além disso, a coluna disse também que o grupo pensava em reabrir o Blue Note, mas que, devido à saída da cidade, essa ideia foi abortada.

Todas essas informações, no entanto, foram desmentidas pela Documennta Comunicação.

Confira o comunicado oficial da assessoria de imprensa da Companhia Tradicional de Comércio sobre a situação:

“A Companhia Tradicional de Comércio, através dos sócios Edgar Costa e Ricardo Garrido, garante que não desistiu e nem desistirá do Rio de Janeiro. Suas 3 casas – Bráz Barra, Bráz Jardim Botânico e Bar Astor – estão se adaptando ao gravíssimo momento que enfrenta o setor de hospitalidade. O Bar Astor paralisou seu funcionamento desde o dia 19/03 e assim seguirá até que se defina a extensão da crise, assim como a Bráz Pizzaria da Barra da Tijuca, que interromperá a partir de hoje seu serviço de delivery. A Bráz do Jardim Botânico segue operando apenas com seu serviço de delivery, até que as restrições de funcionamento de salão sejam revistas pelo poder público. Ainda esclarecendo a nota publicada pela coluna online do Ancelmo Gois, do jornal ‘O Globo’, a Companhia nunca esteve à frente da reinauguração do Blue Note Rio, administrada por outro grupo empresarial. Ao todo, entre Barra (22) e Astor Ipanema (44), foram 66 funcionários desligados.”

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