É engraçado como são as coisas, hoje estava escutando a CBN e um dos arautos do apocalipse, daqueles que torcem contra o Rio, que antes dizia que as obras das instalações do Pan do Rio, como Engenhão, Maria Lenk e Arena do Rio, não ficariam prontas, pois bem, mudou de discurso e agora diz que normalmente é isso que acontece em todos os lugares em que tem eventos deste porte. Ok, antes tarde do que nunca, reconhecer isso é uma grande qualidade…

Mas bastava, ora pois, ele é um arauto do apocalipse, ia ter que atacar, falar mal do Rio é o trabalho dele. Hoje disse que de nada servem estas instalações se não forem usadas para outras competições…

Peraí! Mas o sábio comentarista não sabe que esta foi a razão para estes equipamentos? Sediar competições internacionais e agora, com o acordo que está surgindo entre o COI e a Prefeitura do Rio, servirá de clusters para o centro capacitação esportiva do Rio (você pode ler sobre isto abaixo, em texto retirado do ex-blog do Cesar Maia).

Então, comentaristas, não inventem, a nossa cidade fez o Pan pensando no futuro.

O CENTRO DE CAPACITAÇÃO ESPORTIVA DO RIO!

1. O COI -comitê olímpico internacional- decidiu criar nos diversos continentes -Centros de Capacitação Esportiva de alto nível, para atletas, treinadores e juízes de todas as modalidades olímpicas. Nas Américas os CCE serão na cidade do RIO, em Havana, na cidade do México e em cidade norte-americana a ser escolhida. O anúncio oficial foi feito ontem pelo presidente da organização desportiva pan-americana, na abertura da 45ª assembléia geral. Os recursos virão do COI, da Odepa, dos COs e das próprias cidades.

2. Ontem mesmo a prefeitura do Rio iniciou os estudos com vistas a iniciar imediatamente a construção do CCE-RIO. A idéia básica a ser apresentada ao COB seria: 1) a troca em regime de concessão mútua, do terreno do COB adjunto ao Engenhão, por outro da prefeitura em Vargem Grande. 2) o uso articulado -e imediato- com o Parque Aquático e o Velódromo do PAN que seriam clusters dos esportes relativos. 3) o estímulo para que as Confederações nacionais possam criar em articulação com a Prefeitura do Rio, seus clusters na região; 4) pedir ao COB o projeto básico do CCE-RIO para transformá-lo em projeto executivo e iniciar a orçamentação com vistas a execução. 5) abrir-se aos vetores de patrocínio assim como a investimentos por compensação imobiliária; 6) Articular o CCE com o projeto RIO-2016.

3. Em seguida o COB formalizaria a ODEPA e ao COI os passos já adotados.

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