A gestão Marcelo Crivella tem se mostrando um desastre, e não apenas na (falta) de comunicação. O que passa o atual prefeito é uma falta de amor completo pelo Rio de Janeiro e também de entender a cidade e seus habitantes. Não pode ser prefeito e odiar o Carnaval, não pode dizer que ama o Rio e permitir que museus corram o risco de fechar, que diga que a cidade é esculhambada e que um dos melhores meios de transporte é uma porcaria.

As eleições se avizinham, os políticos começam a se mexer para apoiarem os prefeitáveis, e o próprio Crivella fez uma reforma louca no seu secretariado para pagar dívidas políticas e garantir o apoio em 2020. Mas será que os nomes que se colocam são os ideais para governar o Rio de Janeiro? Será que eles unem estas duas necessidades extremas para governar o Rio e que nosso alcaide não possui, amar e entender o Rio por inteiro?

Roberto Medina

Há 2 nomes, no mínimo, que nunca tiveram mandato que poderiam trazer o Rio de Janeiro para uma era dourada, por unir exatamente estas necessidades. Um deles é o empresário Roberto Medina, que já disse possuir uma paixão “quase doentia” pelo Rio, responsável pelo Rock in Rio, é uma das pessoas que mais conhece o mercado turístico do Rio de Janeiro.

Medina poderia melhorar o Carnaval, como já disse que faria. Ele também poderia ajudar a uma retomada de investimentos no Rio de Janeiro, nacionais e internacionais, apenas usando o respeito que seu nome tem com empresários do mundo todo.

Roberto Medina já deu declaração ao O Globo que não quer entrar na política. Que nunca passou por sua cabeça e que não precisa ser político para ajudar o Rio. Bem, precisar não precisa, mas que não custa sonhar…

Washington Fajardo

Foto: divulgação

O carioca também poderia sonhar com um urbanista, alguém que entenda alguns dos maiores problemas do Rio, o habitacional. E se este for o caso, Washington Fajardo seria outro nome de quem ama e entende como ninguém a cidade. Inclusive, em entrevista ao Diário do Rio, Fajardo disse que quer ajudar o Rio e fará isso.

Seu conhecimento sobre a cidade é amplo, é ex-presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, conselheiro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU-RJ) e um estudante da cidade. Forte crítico de Crivella, ele diz que o prefeito levou o Rio à falência nas áreas de finanças, ordenamento do espaço público, projetos estratégicos, cultural, turismo, geração de renda, área ambiental, saúde, educação e que até a condução política foi destruída .

Sem dúvidas, se Fajardo fosse prefeito o problema do déficit habitacional seria combatido, o qual, para ele, não é feito no Rio há mais de 20 anos.

6 COMENTÁRIOS

  1. Quem conhece FAJARDO, sabe o qto ele é capaz, idem para o MEDINA.
    O q ñ precisamos mais é de pastores ladrões de consciência.
    Fora Crivellas e Floresdelis, como quaisquer outros q dizem ñ adorar imagens, mas amam de paixão o q chamam de dízimo.

  2. Não sei se o Medina aguentaria as pressões do jogo sujo da política – mais prudente ficar onde está.
    Em que pese algumas suspeitas que, se não confirmadas seria outra opção, é o prefeito que mais amou e fez pela cidade, que foi Eduardo Paes – um baita administrador e entusiasta que, em pouco tempo, fez uma revolução, mudando a cara da cidade.
    Qto ao Fajardo, não conheço mas, com ctz, deve ser muito melhor que o incompetente atual.

  3. Eu sempre vejo as postagens de vcs nunca fiz nem comentário mas agora vamos la dizer que o transporte e ruim so sabe quem usa como eu ja peguei onibus que nem pega a marcha direito sem falar o tempo que demora e as super lotacao muita das vezes sair da central lotado e chegar no terminal bananal em pe isso e caotico……carnaval quem se benificia do Carnaval?????quanto aos museus n concordo pois sao patrimonio público tem q ser zelado…..vejo muitos problemas na cidade desde q vim morar aqui sou carioca de coração moro aqui desde 1999 morador de comunidade ate lutando para mudar minha realidade

    • Quem se beneficia do Carnaval? Todos! Procure se informar de quantos milhões a cidade ganha nesse período, e quantos empregos formas e informais são gerados. Um abraço!

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