Plenário do Senado Federal por Gabriel Tavares Notícia boa para os comitês de Crivella (PRB), Cesar Maia (DEM) e Sergio Cabral (PMDB). De acordo com pesquisa IBOPE divulgada hoje pelo Jornal do Brasil) estariam eleitos para o Senado no Rio de Janeiro o Bispo Crivella com 26% dos votos, Cesar Maia com 24%. Em 3o lugar ficaria o ex-prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT) com 8%,  Jorge Picciani com 4% e Marcelo Cerqueira (PPS) e Vaguinho (PTdoB) empatados em 5o, ambos com 2% dos votos. Esses seriam a declaração de primeiro voto.

Update: Somado 1o e 2o votos, vale lembrar que são eleitos 2 senadores nesta eleição, Crivella continuaria em 1o com 40%, Cesar Maia com 37%, Lindberg Farias com 13%, Picciani cm 1o%, já Manoel Ferreira, Marcelo Cerqueira e Vaguinho continuariam empatados em 5o com 4%

Os eleitores de Crivella estão nas classes C e D, entre os que ganham de 2 a 5 salários, 31% o reelegeriam. Dos que ganham 1 e 2 salários mínimos, 29%. Já o ex-prefeito está mais forte na classe A: teria 30% dos votos dos que recebem mais de 10 mínimos. Abre vantagem sobre o Bispo na capital, onde tem por 26%, contra 19% que votariam no senador. Porém, na periferia e no interior, Crivella desponta (30% e 32%, respectivamente, contra 22% e 25% de Cesar Maia Maia nessas regiões).

 

Lindberg é o tem desempenho parecido tanto entre os que ganham mais de 10 mínimos (10%) quanto entre os que recebem até um salário (9%). Interessante é que o presidente da ALERJ, Jorge Picciani, tenha 20% dos votos na classe A. A margem de erro na pesquisa (registrada no TSE sob o número nº 12414/2010) é de 3%.

 

Ainda tem muita água para rolar. Não tive acesso a pesquisa completa mas é de estranhar a ausência como primeiro voto do Pastor Manoel Ferreira (PR), aliado de Garotinho. Inclusive seria Manoel Ferreira a razão de Crivella não estar na aliança com o PR. Será que com essa pesquisa o PR não poderia pedir para que Ferreira viesse a federal e abrisse espaço para Crivella?

 

Afinal, quando começar a campanha na Tv, a exposição de Cesar Maia, Picciani e Lindbergh será enorme e pode começar a beliscar votos de Crivella que corre o risco de não se reeleger se tiver apenas alguns segundos de Tv.

 

Foto: Plenário do Senado Federal por Gabriel Tavares

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