Por André Delacerda.

Milton Frank O avistamento de objetos voadores não identificados vem fascinando a humanidade desde os tempos antigos. Tem-se encontrado relatos de contatos com seres supostamente extraterrestres catalogados até em pinturas rupestres. No último século, inúmeros casos envolvendo OVNIs atraíram a atenção de pesquisadores do mundo todo, como o famoso caso Roswell nos Estados Unidos. Séries de Tv como o Arquivo X, tem ajudado a popularizar cada vez mais o tema, e instigado mais e mais gente a saber.

Saindo do lado fantasioso do tema e partindo-se para o estudo científico deste. E sabendo que OVNIs tem sido avistados no céu carioca. É que o Diário do Rio encontrou em contato com o engenheiro civil, inclusive com cursos pela Université de Paris Sorbonne; o ufólogo Milton Frank, presidente do CUB (Centro de Ufologia Brasileiro), para obter maiores esclarecimentos sobre o assunto e falar de alguns casos ligados ao Rio de Janeiro.

Nesta entrevista, Milton explica melhor o que são OVNIs; o papel do ufólogo. Conta como foi iniciado no estudo destes objetos. Ele também aborda a relação dos ufólogos com os militares. Comenta sobre o mais recente avistamento na cidade. Além de relatar sobre o famoso caso do vôo 169 da VASP.

Fazendo um trocadilho, com o slogan de uma famosa série sobre o tema, que diz: “A verdade está lá fora”. Nós do Diário do Rio, diríamos de forma mais ousada após a entrevista com Milton que: A verdade já está entre nós.

Diário do Rio – Muito dos nossos leitores estão mais familiarizados com a palavra disco voador, só para informá-los melhor. O que vem a ser um OVNI?

Milton Frank – OVNI é um objeto voador não identificado. Às vezes as pessoas tendem a dizer que OVNIs são naves espaciais. Este conceito está errado, pois OVNI é tudo aquilo que vemos no céu voando e não conseguimos identificar.

Diário do Rio – E o que faz um ufólogo?

CUB Milton Frank – Muita pesquisa. Um ufólogo tem que pesquisar os casos ufológicos que acontecem da seguinte forma:

  • Entrevistando as testemunhas envolvidas.
  • Visitando o local do acontecimento para coleta de amostras.
  • Levantando os exames e testes necessários para tentar resolver o caso.
  • Analisando as provas de campo.
  • Análise de fotografias e filmes.
  • Levando testemunhas a exames médicos quando necessário.
  • Comparando os fatos ocorridos com os possíveis fenômenos terrestres.
  • Fazendo reuniões com outros ufólogos para trocar idéias.

Diário do Rio -Como começou seu interesse pela ufologia?

Milton Frank – Após um contato imediato do primeiro grau que tive.

Na noite de 10 de outubro de 1975, dezesseis amigos e escoteiros estavam jogando queimado na sede do Grupo Escoteiro que ficava na Rua Pinheiro Machado na IV Região Administrativa de Laranjeiras.

Eram vinte horas e três minutos, quando neste instante o José Ricardo começa a gritar:

– “Olha lá, olha lá!”.

Neste momento todos paralisaram as suas atividades desportivas e olharam para o céu e eu virei para o José Ricardo e disse:

– “Olha o quê?”.

E o José Ricardo disse:

– “Aquilo lá! Aquela luz!”.

Respondemos:

– “Mas aquilo é uma estrela”.

E o José Ricardo disse:

– “Não é não. Aquilo se move e com uma velocidade tremenda.”.

Ficamos olhando para aquele ponto luminoso durante uns três a quatro minutos, quando de repente aquele ponto luminoso começou a se movimentar em espirais, começamos a escutar ruído indescritível, surgiu um clarão no céu e o objeto ou ponto luminoso desapareceu.

Após este fato ocorrido, ficamos todos perplexos, e com uma sensação de que não estávamos sós no universo.

Deste dia em diante comecei minha vida de pesquisas ufológicas e jamais parei. São 32 anos fazendo isso.

Milton Frank e Esposa Diário do Rio – O que é o CUB?

Milton Frank – O CUB é o Centro de Ufologia Brasileiro. O CUB tem como objetivo hoje promover a pesquisa ufológica com base em conceitos científicos.

Como temos uma comunidade no ORKUT, temos a missão de ser uma escola de ufologia e o nosso site que é atualizado diariamente tem o objetivo de difundir a ufologia amplamente.

Diário do Rio – Milton, alguns governos do mundo a exemplo do canadense, estão sendo mais flexíveis quando tratam do assunto OVNIs. Porque há governos que mesmo fazendo estudos sobre o assunto, como o americano ainda resiste em abrir seus arquivos e fazer cooperação com os ufólogos nos estudos?

Milton Frank – Talvez por questão de segurança. Talvez por questão de medo de como estas informações podem repercutir.

Mas a prática tem mostrado que não. Se não países como a França e o Reino Unido não teriam aberto seus arquivos.

Diário do Rio – Falando em cooperação, ou melhor, acordo. É verdade que existe um acordo de cooperação e silêncio entre os governos mundiais, quando o assunto são os OVNIs e a visita de extraterrestres?

Milton Frank – Que eu saiba não. Só se for muito velado entre eles. Mas que os governos escondem informações isto é fato. A prova disso foi o caso Operação Prato que aconteceu em 1977 e só veio a público em meados dos anos 90 porque um capitão chamado de Uyrangê Holanda resolveu contar o que foi a Operação Prato para os ufólogos.

ufoDM2906_468x327Diário do Rio – Trazendo nossa conversa para o Brasil, você poderia nos fazer um breve relato do caso do Vôo 169 da VASP? É verdade que os OVNIs seguiram a aeronave até próximo o Galeão?

Milton Frank – Uma das experiências mais extraordinárias da história da ufologia sem dúvida alguma é o caso do chamado vôo 169 da Vasp, que aconteceu em meio a uma grande onda ufológica, na madrugada do dia 8 de fevereiro de 1982. Além dos relatos do comandante do vôo, Gerson Maciel de Britto, vários dos passageiros, que ao serem alertados pelo próprio, observou as evoluções do OVNI.

A repercussão do caso chegou ao exterior, levando vários jornais e revistas em diversos países a relatarem o fato, que passou a ser também um clássico da literatura ufológica de nosso país.

Segundo Britto, o vôo teve início com a decolagem pôr volta das 2 horas da madrugada da cidade de Fortaleza. O céu estava limpo apresentando visibilidade total, condições que seriam mantidas durante toda a rota. Cerca de uma hora depois da decolagem, quando sobrevoavam a cidade de Petrolina, já no Estado de Pernambuco, o comandante percebeu então pela primeira vez a presença de um objeto luminoso à esquerda do avião semelhante inicialmente aos faróis de um avião. A partir daquele momento, Britto passa a monitorar com atenção o OVNI, para verificar a trajetória que o objeto seguiria em relação à rota de seu avião, pensando na segurança do vôo que comandava.

Neste momento o avião estava justamente sobre a região onde temos um entroncamento de aerovias, relacionado ao tráfego aéreo proveniente da Europa. Naquele momento o comandante do vôo ainda pensava na possibilidade do envolvimento de outro avião comercial. Com o passar dos minutos, Britto percebeu que aquela fonte luminosa mantinha a mesma distância de seu Boeing, com uma trajetória paralela, sem fator de aproximação. Não vinha em confluência a seu avião. Em seguida percebe então já uma mutação de cor no objeto, como se ele estivesse girando em torno de si, ionizando gases de nossa atmosfera, apresentando uma coloração alternadamente avermelhada, cor de abóbora e azulada. Em seguida o comandante do vôo entra em contato com a jurisdição de tráfego aéreo de Recife, para saber se existia algum tráfego especial da Força Aérea Brasileira na região, já que não havia sido informado previamente, como é normal quando no início de qualquer vôo comercial, que pudesse explicar o que ele e os demais tripulantes estavam observando.

Em resposta “Recife” comunica através do rádio que desconhecia qualquer vôo militar na área, e que não tinham também informações sobre qualquer outro tráfego comercial naquele momento na região.

A partir da confirmação que não se tratava de um tráfego aéreo convencional, o comandante Britto passa a observar ainda com mais atenção o objeto, já definido de maneira definitiva com um OVNI, mantendo seu avião na rota normal, já que o objeto não identificado não apresentava qualquer risco para o vôo, mantendo-se a uma distância segura, apresentando uma velocidade próxima a mantida pelo próprio Boeing, que voava há um pouco mais de 900 quilômetros por hora.

Depois de vários minutos acompanhando o avião, o OVNI começou a apresentar deslocamentos surpreendentes. Segundo Britto, em frações de segundo, o aparelho se deslocava há dezenas de milhas, se posicionando bem mais à frente do avião, para depois retroceder a posição anterior, demonstrando um potencial tecnológico muito além da nossa compreensão. Estas variações de velocidade e posição ocorreram várias vezes, e foram observadas tanto visualmente, como através do radar de bordo.

Quando o vôo chegou à jurisdição do CINDACTA Brasília (Centro Integrado de Defesa Aeroespacial e Controle de Tráfego Aéreo), Britto entrou em contato com o mesmo, reportando todos os detalhes sobre o que estava acontecendo. Para sua surpresa, o centro de controle informou que não estava detectando nenhum eco radar na região. O comandante do vôo solicitou então a seguir, sabendo que podiam existir outros aviões no mesmo setor, que os controladores do órgão indagassem se outras tripulações estavam observando o mesmo fenômeno. O CINDACTA entrou então em contato com um jumbo da Aerolíneas Argentinas, e o comandante do avião confirmou que estava também observando o fenômeno. Em seguida a tripulação de um vôo da Transbrasil, de Brasília para o Rio de Janeiro confirmou que estava já observando as evoluções do objeto durante muito tempo, descrevendo os deslocamentos impressionantes, que o OVNI realizava.

O CINDACTA continuava sem dar nenhuma instrução de alteração de rota para o vôo 169. Diante desta situação o comandante Britto continuava a manter a mesma proa, nível e velocidade, mantendo a observação constante do aparelho não identificado.

Quando o vôo já estava nas proximidades da vertical da cidade de Belo Horizonte, aquele objeto, que mantinha desde o início uma distância razoável do Boeing, começou a se aproximar de maneira definitiva e o CINDACTA entrou em contato finalmente com a tripulação reportando que estavam detectando um eco radar na posição nove horas, ou seja, bem à esquerda, a uma distância de 8 milhas náuticas. O comandante Britto estranhou o comportamento do CINDACTA, pois só quando começou a se materializar uma situação de conflito de tráfego aéreo os operadores do órgão resolveram assumir, que o OVNI estava realmente em suas telas.

O foco luminoso cada vez ficava maior com sua aproximação do Boeing. Segundo Britto ele já conseguia observar uma estrutura em forma de disco em meio a aquela intensa luminosidade, com o tamanho equivalente a dois aviões jumbos juntos.

A partir deste momento, o comandante do vôo já entendendo que se tratava realmente de uma nave extraterrestre, que de alguma forma estava tentando entrar em contato, deixou o seu lado mais humano surgir, mentalizando uma mensagem de boas vindas aos tripulantes do objeto, e em seguida teve a idéia de convocar o restante da tripulação, já que até aquele momento apenas a tripulação da cabine vinha acompanhando o fenômeno, e os próprios passageiros para partilharem aqueles momentos especiais. O avião foi inundado por uma luminosidade intensa de coloração azulada, e os passageiros de maneira tranqüila e ordeira foram se revezando nas janelas do lado esquerdo para observarem o fenômeno. Com exceção de Don Ivo Lonchaider e outro religioso que o acompanhava, que não desejaram observar o OVNI, temendo provavelmente serem transformados em testemunhas, todos os outros passageiros tiveram a oportunidade de observar o fenômeno, que continuou a manter aquela distância de 16 milhas até o início do procedimento de descida quando o avião já estava próximo da cidade de Barra do Piraí, no interior do estado do Rio de Janeiro. Britto pôde observar ainda, quando já sobrevoada as serras nas proximidades do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o OVNI por trás de uma formação nevoenta que existia sobre a região.

Com a chegada do avião ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, os passageiros que desceram começaram a divulgar o ocorrido, e a mesma coisa aconteceu pouco tempo depois já em São Paulo, chamando a atenção do plantão de imprensa no local. Ao terminar o histórico vôo, Britto recolheu-se às dependências da Vasp ainda no Aeroporto, com a finalidade de elaborar o relatório sobre o vôo para o departamento de operações da empresa, como é de praxe. Em seguida foi informado pôr um dos diretores do departamento, que havia já uma multidão de repórteres de jornais, revistas, rádios e televisões, tentando via o serviço de imprensa da companhia entrevista com o comandante do vôo, que desejavam saber todos os detalhes do encontro com o OVNI.

O comandante Gerson Maciel de Britto, depois de ser liberado pela própria empresa para falar abertamente sobre o incidente, levou sete horas e meia atendendo os jornalistas.

Uma passageira do vôo 169 da Vasp chamada Silézia Del Rosso, conta que o objeto brilhava como uma lâmpada de mercúrio, como essas de postes de iluminação. Os passageiros disputaram por varias horas as janelas à esquerda do avião para observarem melhor o OVNI.

Todos os passageiros confirmaram o encontro com o OVNI com exceção de algumas personalidades religiosas que estavam a bordo do vôo, como Dom Aloísio Lorscheider, cardeal arcebispo de Fortaleza, que quando questionado por um passageiro sobre o porquê de não ir até a janela ver o objeto, respondeu que ele não queria saber dessas coisas.

Pedra da Gávea Diário do Rio -Você teria mais algum caso a mencionar de OVNIs na cidade do Rio de Janeiro? Soube que no século passado foi avistado um nas imediações da Pedra da Gávea.

Milton Frank – Caso de peso no Rio de Janeiro tem o Caso das Máscaras de Chumbo.

A Pedra da Gávea apesar de ser um local místico não contempla nenhum caso de ufologia importante. Conheço apenas relatos de pessoas que avistaram luzes na Pedra da Gávea enquanto passaram a noite lá. Conheço relatos nos anos 70 e 80.

Diário do Rio – Qual foi o avistamento mais recente aqui no Rio?

Milton Frank – O avistamento mais recente que ocorreu no Rio de Janeiro foi no dia 24 de maio de 2008, às 19h10min, o membro de nossa comunidade no ORKUT chamado Neto avistou um suposto OVNI se deslocando no espaço aéreo do bairro de Laranjeiras, que fica na zona sul da cidade do Rio de Janeiro.

“Foi possível notar uma luz intensa, que desapareceu em poucos segundos. não houve qualquer barulho, durante o tempo em que pude observá-lo e filmá-lo”, disse Neto.

Ele ainda fez um filme do avistamento que pode ser visto em:

Diário do Rio – qual é o mais documentado na cidade também?

O Caso mais bem documentado ocorrido no Rio de Janeiro foi o Caso Barra da Tijuca que o ufólogo Claudeir Covo descobriu que não era real.

Veja os detalhes aqui.

Diário do Rio – Voltando ao assunto resistência dos governos em tratar o assunto OVNIs com mais clareza. Sabemos que os ufólogos brasileiros têm solicitado ao governo, algumas informações. Porque existe tanta resistência do Ministério da Aeronáutica em tornar publicar algumas informações? Militares tem falado de forma anônima sobre OVNIs?

Milton Frank – Olha hoje isso melhorou muito. O Brigadeiro José Carlos Pereira recebeu vários ufólogos para dar uma entrevista e falar abertamente deste assunto recentemente. Este mesmo Brigadeiro participou de um congresso de ufologia em Curitiba agora nos dias 22, 23, 24 e 25 de maio de 2008 em Curitiba. Quando os ufólogos visitaram o CONDABRA os militares afirmaram que 2% do tráfego do espaço aéreo brasileiro eram desconhecido. Portanto, isso está mudando muito. Foi muito pior no passado. Estamos caminhando para um caminho mais aberto, agora quando este ocorrerá só o tempo dirá.

Séries como Arquivo X são exageradas para Milton Frank Diário do Rio – Você acredita que séries como X Files, ajudam a popularizar e disseminar mais o assunto. Ou elas têm um pouco de exagero quando tratam do tema?

Milton Frank – Todo filme sobre ufologia e ETs ajudam ao telespectador a se lembrar que o assunto existe. Todos estes filmes por serem criados pela mente humana não deixa de estarem bem fora da realidade, portanto é um exagero.

Diário do Rio – Para nossos leitores que estão interessados em obter mais informações sobre o assunto, ou relatar alguma experiência.

Milton Frank – Estes têm dois caminhos sem erro algum. Podem conhecer o site do CUB ou o Site do INFA.

São as melhores fontes que conheço da ufologia brasileira.

Diário do Rio- O CUB tem reuniões periódicas?

Milton Frank – Sim. Mas nós não fazemos reuniões burocráticas. A gente se reúne para investigar casos, ou então para um evento como um churrasco para ficar falando sobre ufologia.

Diário do Rio – Existe alguma revista ou livro que você recomende sobre o assunto?

Milton Frank – Os melhores livros de Ufologia estão escritos em inglês.

Para quem quiser conhecer ufologia com seriedade tem que ler Jacques Vallée, Hynek, Jerry Clark, Stanton Friedman.

No Brasil recomendo os livros do Dr. Ubirajara Rodrigues.

1 COMENTÁRIO

  1. Prezado Sr. Milton Frank, boa noite! Em atenção aos fatos ocorridos no Rio de Janeiro, eu gostaria de informar a V. Sª que aonde moro, na Rua Aroazes, bairro Jacarepaguá e, paralela a Av. Embaixador Abelardo Bueno, que é considerado Barra, onde fica localizado o Parque Olímpico. Bem, no oportuno, diante as suas brilhantes qualidades em pesquisas de OVNIS, gostaria de reportar-me sobre uns objetos luminosos, uns dois, mais ou menos, aqui na região onde moro. Por incrível que pareça, a primeira vez da minha visão, foi ano passado onde sem querer, avistei esse ponto luminoso, porém, em movimentos bem suave. A partir daí então, comecei a observar quase que diariamente e por surpresa, lá estava o tal objeto não identificado. Bem, não quis dar muita importância ao fato. Mas a partir desse ano, comecei a observar o mesmo objeto e mais um em lado oposto. Isso é, eu levo o meu cachorro a rua para as necessidades fisiológicas todos os dias às 4:00 horas da manhã, onde eu descobri esse segundo objeto. Diante aos fatos, gostaria de saber se há a possibilidade de se fazer uma pesquisa local para tirar as devidas dúvidas apresentadas. Eu moro na Rua Aroazes, 870 bloco 1 aptº 201. Ao chegar no local, se identifique aos porteiros e solicite o contato para que eu possa descer e orientá-los para a visão do objeto. Por volta das 4:00 horas eu estou descendo para levar o meu cão a rua para as necessidades fisiológicas. No caso é chegar e perguntar aos porteiros se eu já desci com o meu cão pra rua. O número do meu telefone celular 99971-8253. Só que à noite, por volta das 19:00 horas, eu desligo o celular, ok? Aguardo retorno! Um grande abraço!

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