Na semana passada (21/08), a artista Flaira Ferro lançou nas plataformas digitais o single “Suporto Perder”, que conta com a participação de Chico Cesar. Essa parceria entre esses dois grandes artistas já vem sendo acompanhada pelos seguidores desde Maio desse ano no Instagram, com altas expectativas.



Siga nossas redes e assine nossa newsletter, de graça

Jornalismo sério, voltado ao Rio de Janeiro. Com sua redação e colunistas, o DIÁRIO DO RIO trabalha para sempre levar o melhor conteúdo para os leitores do site, espectadores dos nossos programas audiovisuais e ouvintes dos nossos podcasts. O jornal 100% carioca faz a diferença.

“Suporto Perder”, junto com “Coisa Mais Bonita” (2018) e “Revólver” (2019), dão o tom do mais novo trabalho da cantora, compositora e dançarina. Produzido por Iuri Queiroga, o segundo álbum conta com a participação de artistas como Chico César, Amaro Freitas e o coletivo “A Dita Curva”. Nas palavras de Flaira, um álbum “frenético, aguerrido e dançante”.

Escrita por Flaira e Igor de Carvalho, “Suporto Perder” aborda a relação com o coletivo, resistência e expansão. Com cores vibrantes, figurino singular e coreografia viva, o clipe, gravado em Recife e em São Paulo, propõe uma reflexão dos suportes que existem nas relações pessoais. Abraçados por mais de 80 dançarinos, conta com a produção do Ateliê Produções e direção de Cézar Maia. Ressignificam a arte, afetos e o se relacionar com o outro.

Em entrevista exclusiva à Folha de Pernambuco, Flaira reforça o processo de construção coletiva do clipe: “O clipe não foi só uma realização minha. Foi feito por todos os bailarinos e pessoas que trabalharam no projeto. O envolvimento se deu pelo afeto, pelas presenças voluntárias de quem acredita nas mensagens de resiliência e na capacidade de atravessar dificuldades sem sucumbir”. Reafirma também a significância dos lugares que serviram como palco das gravações: pedaços de resistência e espaços que devem ser ambientados pelos coletivos e pela arte como lugares de lazer. Mais uma vez, Flaira propõe o reexistir individual e coletivo no mundo, como forma de expressão.

Para não deixar de ver

Comente

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui