Marcelo Crivella, prefeito do Rio entre janeiro de 2017 e dezembro de 2020 - Foto: Reprodução

Acusado de ser o chefe de um esquema de corrupção conhecido como ”QG da Propina”, que liberava pagamentos a credores do Poder Executivo Municipal e direcionava licitações em troca de dinheiro ilegal, o ex-prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella virou réu no processo.

Além dele, vale ressaltar, outras 25 pessoas também estão sendo acusadas. Entre elas, estão o empresário Rafael Alves, tido como o principal operador financeiro da quadrilha; o ex-presidente da Riotur Marcelo Alves, irmão de Rafael; o ex-senador Eduardo Lopes; o ex-tesoureiro das campanhas de Crivella e primo do ex-prefeito, Mauro Macedo; o marqueteiro Marcelo Faulhaber; e o empresário de transportes Arthur Soares, mais conhecido como ”Rei Arthur”. Todos eles responderão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Responsável pelo veredito, a juíza Juliana Benevides, da 1ª Vara Criminal Especializada de Combate ao Crime Organizado, recebeu a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), com a decisão sendo publicada oficialmente na última quarta-feira (03/02).

Comente

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui