Vista aérea da Avenida Brasil, uma das mais movimentadas do Rio de Janeiro - Foto: Divulgação/Prefeitura do Rio

Entre planos do governo estadual, do setor privado e das empresas de saneamento, os aportes prometidos para os próximos anos chegam a R$ 70 bilhões. Isso, além da abertura de cinco mil novos postos de trabalho, anunciados concessionária Águas do Rio, uma das vencedoras do leilão de concessões de saneamento no estado.

O leilão realizado em abril, referente aos serviços de distribuição de águas e tratamento de esgoto, concedeu duas áreas hoje atendidas pela Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto), com investimentos projetados em R$ 27 bilhões para os 35 anos de contrato.

O governo Cláudio Castro (PL), com parte do dinheiro arrecadado, lançou o Pacto RJ, um plano de obras públicas de R$ 17 bilhões que compreende desde projetos de infraestrutura, como a recuperação de estradas e um metrô de superfície, até a construção de escolas e hospitais.

Já no setor privado, são esperados outros R$ 26 bilhões. De acordo com a secretaria de Desenvolvimento Econômico, a verba será investida em propostas como a construção de uma térmica, a modernização de campos de petróleo, a ampliação de fábricas e reformas em um aeroporto na região norte.

Sobre a geração de empregos, a Águas do Rio prevê cerca de 20 mil vagas, incluindo as 5 mil fixas e outras 15 mil indiretas para tocar a expansão da rede de água e esgoto. O governo estadual fala em outros 150 mil postos de trabalho gerados no Pacto RJ, que vai usar R$ 10 bilhões do leilão de saneamento. A maior parte deles virão no setor da construção civil.

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