A mostra “Egito Antigo: do cotidiano à eternidade” terá visitação prorrogada até 2 de fevereiro no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. Sucesso de público, a exposição gratuita já foi vista por mais de 970 mil pessoas em pouco mais de dois meses após sua inauguração.

Em 2020, “Egito Antigo: do cotidiano à eternidade” ainda segue para São Paulo, Brasília e se despede da temporada brasileira em Belo Horizonte. A exposição tem patrocínio do Banco do Brasil, BB DTVM, BB Seguros e copatrocínio da Brasilprev. A produção e organização são da Art Unlimited.

Aspectos da historiografia geral do Egito Antigo são apresentados de forma didática e interativa, por meio de esculturas, pinturas, amuletos, objetos cotidianos, um Livro dos Mortos em papiro, objetos litúrgicos e ostracons (fragmento de cerâmica ou pedra usados para escrever mensagens oficiais), além de sarcófagos, múmias de animais e uma múmia humana da 25ª dinastia.



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“O principal foco é possibilitar a um público muito grande e diverso um entendimento qualificado sobre a cultura egípcia. Organizamos as obras em diversos recortes, diferentes instâncias, ultrapassando limites temporais e regionais”, explica Pieter Tjabbes, junto com Paolo Marini curador da mostra.

Pao-do-Ouvidor
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Para o público entender melhor em qual contexto os objetos eram usados, existe uma réplica da tumba de Nefertari e uma pirâmide cenográfica, medindo seis metros de altura, que fica na Rotunda do CCBB RJ.

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