Barsa. Vatapá de pirarucu com acaçá. (Foto Rodrigo Azevedo)

De 9 a 25 de julho, setenta e sete bares e restaurantes do Rio de Janeiro, Niterói e Nova Iguaçu participam do festival gastronômico Gosto da Amazônia RJ. O evento traz para terras fluminenses diversas receitas preparadas com o pirarucu selvagem de manejo, tradicionalmente feito por comunidades indígenas e ribeirinhas. A lista de participantes pode ser encontrada no site do evento.

O festival contará com casas tradicionais, estabelecimentos recém-abertos, bares da Zona Sul, restaurantes da Zona Norte, e muitos participantes das edições anteriores, com petiscos e pratos para todos os gostos e preferências.

O evento, que em 2019 foi realizado no CADEG e no Shopping Uptown, estreou em São Paulo no ano passado e seguirá para Brasília em setembro, após nova passagem pelo Rio de Janeiro, desta vez com presença também em Niterói e Nova Iguaçu.

Os festivais têm a importância de comunicar os atributos do pirarucu sustentável. Permite que as pessoas conheçam o peixe e possam compreender que estão consumindo um produto de sabor único, mas também tendo um consumo consciente. O evento torna conhecido o pirarucu na Região Sudeste, onde o público está contribuindo tanto para a conservação dos recursos naturais da Amazônia, como também para melhorar a qualidade de vida daquelas pessoas que fazem esse produto acontecer”, destaca Adevaldo Dias, da Asproc e presidente do Memorial Chico Mendes.

O Gosto da Amazônia é fruto da cooperação internacional entre o governo do Brasil e dos EUA, executada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) e Serviço Florestal dos EUA (USFS), com recursos da Agência para Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID) e participação da Operação Amazônia Nativa (OPAN), Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM), Memorial Chico Mendes (MCM), Associação dos Produtores Rurais de Carauari (ASPROC) e Associação dos Comunitários que trabalham com Desenvolvimento Sustentável no Município de Jutaí (ACJ) e o Instituto Maniva.

O Festival conta também com o apoio do Sindicato de Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SINDRIO).

2 COMENTÁRIOS

  1. Mesmo entendendo a necessidade do patrocínio para manutenção do órgão de imprensa, para tudo há um limite, pois senão o tiro pode sair pela culatra: em lugar da sobrevivência garantida pelos patrocinadores, o jornal vai perder cada vez mais leitores insatisfeitos e, como consequência, sem alcance o patrocínio vai ser retirado. É o caso típico de erro por excesso, e não por falta. Ninguém procura por notícias onde precisa esperar um sequência enorme de anúncios abrindo antes, até conseguir ter acesso a ela. As pessoas não têm esse tempo todo para esperar cada página abrir toda para conseguir lê-la. E olhe que eu tenho internet de alta velocidade, mas a natureza das propagandas aqui, que cobrem o texto com uma série de anúncios em “Flash”, exige muita paciência, e eu confesso que há algum tempo deixei de lê-las. Me atenho apenas ao título e vou buscar o conteúdo em outro local. Abraços.

  2. Mesmo entendendo a necessidade do patrocínio para manutenção do órgão de imprensa, para tudo há um limite, pois senão o tiro pode sair pela culatra: em lugar da sobrevivência garantida pelos patrocinadores, o jornal vai perder cada vez mais leitores insatisfeitos e, como consequência, sem alcance o patrocínio vai ser retirado. É o caso típico de erro por excesso, e não por falta. Ninguém procura por notícias onde precisa esperar um sequência enorme de anúncios abrindo antes, até conseguir ter acesso a ela. As pessoas não têm esse tempo todo para esperar cada página abrir toda para conseguir lê-la. E olhe que eu tenho internet de alta velocidade, mas a natureza das propagandas aqui, que cobrem o texto com uma série de anúncios em “Flash”, exige muita paciência, e eu confesso que há algum tempo deixei de lê-las. Me atenho apenas ao título e vou buscar o conteúdo em outro local. Abraços.

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