Foto: Reprodução/G1

Mais um caso de desrespeito às regras de prevenção à Covid-19 no Rio de Janeiro. Neste domingo (28/03), uma festa na piscina (pool party) com cerca de 300 pessoas na Taquara, na Zona Oeste, foi interrompida e fechada pela Secretaria de Ordem Pública (Seop).

A ação contou com agentes da Guarda Municipal e da Polícia Militar. Em um dos vídeos feitos pelos fiscais da Prefeitura, um dos presentes diz que não quer ser gravado e ameaça: “Não filma não por gentileza, tá? Tô te avisando“.

Segundo a Seop, a festa de música eletrônica foi encerrada e o responsável também foi punido. Em plena pandemia e mesmo com todas as restrições, o slogan do evento dizia que “nada melhor que uma piscina, bebida gelada, amigos reunidos“.

A organização da festa foi feita através de um grupo de WhatsApp. Conforme foi denunciado pelo DIÁRIO DO RIO, muitos eventos estão utilizando os aplicativos de mensagem para evitar atrair a atenção da fiscalização. A página da casa de eventos foi desativada recentemente em uma rede social.

3 COMENTÁRIOS

  1. Tem que gravar, sim, para depois não acusar a Polícia de abuso de autoridade.
    Se está na festa clandestina, então sabe que é errado.
    Eu adoraria que as entidades públicas e de classe como OAB, CFM, COFEN… agissem de firma mais ativa, inclusive processando o servidor público, o advogado, o médico, o enfermeiro e demais profissionais da saúde e outra áreas que conduzissem a vida em sociedade desrespeitando as normas sanitárias para conter o avanço da Pandemia…

  2. Nada melhor…q a experiência narrada em meu comentário anterior, só assim tomaram vergonha na cara, e deixariam de ser egoístas.

  3. Otários, irresponsáveis e burros, ñ são decretos governamentais, que impedirão a disseminação do vírus. Cada frequentador, deveria ter (homem, mulher), deveria ter uma multa altíssima e receber uma tatuagem, que duraria um mês, se no período apresentasse sintomas de Covid, ou levasse alguém (familiares, amigos), teriam q ocupar um leito pagando os custos. Caso ñ ocorresse, seriam obrigados a presenciar durante vinte e quatro horas, a chegada de ambulâncias em um hospital público, aí eu queria ver a valentia e cara de pau desses babacas.

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