Força-tarefa da Prefeitura remove 12 toneladas de entulhos na encosta da Av. Niemeyer

Na operação foi derrubado um barraco, foram cortadas ligações clandestinas de água e de luz; Pai e 3 crianças foram encaminhados para um abrigo

Subprefeitura da Zona Sul e diversos órgãos municipais limpam encosta da Niemeyer / Divulgação

A Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Subprefeitura da Zona Sul, fez uma vistoria com a ajuda de drones para a identificação de construções irregulares na encosta da Av. Niemeyer, em São Conrado, Zona Sul da cidade. A operação foi organizada e executada após uma série de denúncias que mobilizaram diferentes órgãos da prefeitura para realizar as necessárias remoções. A operação foi acompanhada pelas secretarias de Assistência Social, Ordem Pública, Conservação, além da Guarda Municipal e da Comlurb. A Polícia Militar também acompanhou a ação.

No local apontado nas denúncias, foi encontrado um barraco onde estavam pai e três crianças pequenas, que foram atendidas pela equipe da Assistência Social. O grupo foi, posteriormente, encaminhado para um abrigo municipal. O barraco foi demolido, logo depois.

De acordo com as agentes da prefeitura, no local também funcionava uma espécie de depósito de ferro velho e materiais recicláveis.

O subprefeito da Zona Sul, Flávio Valle, afirmou que a Prefeitura está empenhada em impedir que este tipo de construção seja erguida nas encostas da cidade e, dessa forma, evitar tragédias humanas posteriores. Ele ressaltou ainda que a família ali residente receberá todo o suporte possível do poder público.

Nosso objetivo foi evitar uma tragédia. A construção ficava em área de encosta e é muito perigoso. Não vou medir esforços para colaborar com novas perspectivas e com trabalho para esse pai com seus três filhos. Já falei com o prefeito e estamos mobilizando os órgãos municipais para garantir um final feliz para essa família,” explicou Flávio Valle.

Durante a operação, finalizada no fim da tarde desta terça-feira (31), foram demolidas uma construção irregular, um barraco de aproximadamente 50 metros quadrados. Também foram retirados 20 metros de cerca que delimitava o acesso à área utilizada como depósito de materiais recicláveis e ferro, e 12 toneladas de entulhos. O poder público também cortou a energia elétrica clandestina e o abastecimento de água, também clandestino.

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