RafuckoO vlogger Rafucko mais conhecido por sua luta pelo direito LGBT e manifestações contra Sergio Cabral desta vez pegou sua câmera e partiu em defesa da funkeira Valeska Popozuda e do funk carioca. Tudo porque a apresentadora do SBT Rachel Sheherazade, conhecida por suas fortes opiniões, criticou o funk carioca (por ser lixo e atacar seus ouvidos) e uma tese de mestrado obre Valeska Popozuda, que iria contra as mulheres, o nome da tese era “My Pussy é Poder”.

Fico com Rafucko nesta questão, o funk carioca pode até não ser grandes cosias para a maioria, ou ao menos gostamos de fingir que não. Mas é algo que qualquer lugar do Alemão ao Leblon, quando toca as pessoas dançam. Como dizia o funk:

É som de preto
De favelado
Mas quando toca ninguém fica parado

Claro a letra dos funks dos anos 90 eram bem melhores, na minha opinião, hoje se limita a repetir o “Lekleklek” mas isso é ruim? Essas músicas fez com que jovens em comunidades carentes se trocasse a admiração pelo traficante para o dançarino, o que é de aplaudir de pé mesmo que doa em nossos ouvidos.

E se dói em meus ouvidos ou nos seus que importância isto tem? Trocar de canal, de dial ou usar o fone de ouvido está fácil a cada dia que passa. E, convenhamos, Valeska Popozuda pode não ser para crianças mas se pensarmos na roupa que Xuxa usava nos anos 80, também não. E Mara Maravilha que fez um clipe que parecia com os seios de fora?

E quanto ao feminismo, oras, pelo contrário Valeska Popozuda e a Tati Quebra-Barraco são exemplos. A luta das feministas não era pelo celibato e sim em poder tomar suas próprias decisões, se tem espaço para Mr. Catra, tem de ter para elas também.

O Funk Carioca é uma manifestação cultural do Rio de Janeiro, como foi o samba, e assim como um dia o samba foi perseguido pela elite, o funk também é. E, pelamordedeus, sou um conservador, filiado ao Democratas. Esse post não é coisinha de esquerda caviar e sim uma visão coerente do mundo em que vivemos e de aceitar o próximo.

Assista ao vídeo de Rafucko:

E a matéria no SBT:

1 COMENTÁRIO

  1. o ultimo paragrafo do autor é muito confuso.
    se alguém se declara conservador então ele é defensor das elites, não entendi a defesa do tal do funk.

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