Foto: Estefan Radovicz

Nesta terça-feira (15/12), o governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, apresentou o plano de contingência para uma ação integrada de resposta dos órgãos públicos a emergências causadas por chuvas intensas. De acordo com Castro, a ideia é aderir à prevenção para evitar a gravidade dos efeitos dos temporais.

O plano tem vigência de 12 meses e foi formulado com base em uma extensa análise de cenários de risco, no monitoramento constante de dados e na gestão inteligente de recursos, de forma articulada com os 92 municípios do estado.

Segundo o coronel Leandro Sampaio Monteiro, secretário de Estado de Defesa Civil (Sedec-RJ) e Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros do RJ, o estado conta com 212 sirenes de alertas de risco ativas e mais 70 devem entrar em operação até a próxima sexta (18/12).

Sirenes em São João de Meriti, Duque de Caxias, Queimados, Magé, São Gonçalo, Petrópolis, Teresópolis, Nova Friburgo, Cachoeiras de Macacu, Areal, Barra do Piraí, Barra Mansa e Bom Jardim que estavam inoperantes voltaram a funcionar, segundo o secretário. O Rio de Janeiro vai contar também com a Rede Salvar, com mais de 3 mil voluntários organizados em todo o estado para apoiar as ações públicas.

O Governo do Estado produziu ainda um caderno de recomendações que será entregue aos 92 prefeitos do Rio. Ele possui sugestões do que pode ser feito pelo poder municipal para reduzir os riscos de desastre e melhoria da ação das defesas civis municipais.

Para tornar mais eficientes as respostas dos municípios às emergências, a Defesa Civil Estadual vai oferecer um modelo básico de Plano de Contingência para as prefeituras. Ele poderá ser preenchido levando em conta as peculiaridades de cada localidade, otimizando a condução das crises.

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