Imagem meramente ilustrativa de mulher grávida sendo vacinada no Rio de Janeiro - Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

A Prefeitura do Rio de Janeiro promoveu uma mudança na vacinação contra a Covid-19 em mulheres gestantes da capital fluminense. A partir de agora, grávidas que tenham sido imunizadas com AstraZeneca na primeira dose (D1) poderão receber a Pfizer na aplicação da segunda dose (D2), num intervalo de 12 semanas entre elas. O anúncio do novo protocolo foi feito pelo secretário municipal de Saúde da capital fluminense, Daniel Soranz, na madrugada desta terça-feira (29/06).

Vale ressaltar, porém, que isso não é obrigatório, cabendo ao médico que cuida da paciente decidir sobre o assunto.

”Seguindo a recomendação do nosso comitê: as gestantes que tomaram a primeira dose da vacina AstraZeneca poderão, mediante avaliação dos riscos e benefícios com seus médicos, realizar a segunda dose com a vacina da Pfizer 12 semanas após a primeira dose”, disse Soranz via Twitter.

A vacinação com AstraZeneca em gestantes não acontece desde maio, quando, após uma grávida e seu bebê morrerem depois da aplicação do referido imunizante, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sugeriu a suspensão. A partir de então, esse público passou a tomar apenas CoronaVac ou Pfizer.

Para as que já tinham tomado a D1 com AstraZeneca e aguardavam a aplicação da D2, a recomendação do Ministério da Saúde era que esperassem o término dos períodos gestacional e puerpério (cerca de 1 mês e meio após o parto) e, então, recebessem a mesma vacina.

Além do Brasil, essa combinação de AstraZeneca e Pfizer é aplicada nos seguintes países: Alemanha, Canadá, Coreia do Sul, Chile, Dinamarca, Emirados Árabes Unidos, Espanha, França, Finlândia, Inglaterra, Itália, Noruega, Portugal e Suécia.

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