Dois guindastes do ano 1968 foram recém-restaurados e ganharam luzes artísticas em um projeto de iluminação da designer Mônica Lobo, que também é responsável pela luz do Museu do Amanhã. Tombados pelo Município em 2015, os equipamentos ficam na Praça Mauá.

A ideia e o conceito de iluminação foi a de revelar a estrutura e sua imponência com iluminação branco quente, conferindo alma e vida com troca de cor da iluminação na cabine e na haste de carga. Com este recurso, a estrutura se comunicará com a cidade, homenageando datas específicas e proporcionando espetáculo visual para visitantes da área”, diz Mônica Lobo.

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Foram investidos R$ 200 mil para a montagem da estrutura de luzes de LED, que causam um belo efeito visual, o projeto de restauração levou 11 meses para ser concluído. A utilização de lâmpadas LED de alta eficiência permitiu manter o consumo de energia total por guindaste em torno de 720 watz, mínimo para uma estrutura deste porte, enquanto o normal seria em média 4 mil watz.

Inoperantes há cerca de 20 anos, os guindastes, agora especialmente iluminados, ajudaram a construir a história econômica e social da cidade do Rio de Janeiro, que sempre teve atividades portuárias muito intensas. Chegaram ao local na década de 50 e, à época, foram trocados por sacas de café. Guindastes do mesmo modelo foram desativados por toda a costa brasileira, de Manaus até Rio Grande, substituídos por novas tecnologias.

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